<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><!-- generator=Zoho Sites --><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><atom:link href="https://www.nomos.eng.br/blogs/fixadores_e_selantes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><title>Nomos - Blog , Fixadores e Selantes</title><description>Nomos - Blog , Fixadores e Selantes</description><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/fixadores_e_selantes</link><lastBuildDate>Mon, 28 Sep 2026 19:59:23 -0700</lastBuildDate><generator>http://zoho.com/sites/</generator><item><title><![CDATA[Parafuso estrutural: como escolher entre A325, classe 8.8 e ASTM A307 e encontrar um fornecedor]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/parafuso-estrutural-a325-8-8-a307</link><description><![CDATA[Encontre parafusos estruturais A325, classe 8.8 e ASTM A307. Conheça as diferenças, aplicações e como escolher um fornecedor para sua obra.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_7_c6KDmlSBGtN6iRsG6wJA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_UJdUFIrOTiWSMnX4OCen5g" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_1o9YGKVSQNCf6FYdHoaYzQ" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_8vtuWrKbSfikFnlr4GzXGA" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true">O melhor fabricante, existe?</h2></div>
<div data-element-id="elm_EMJo-QgjTfG7CBc1imvsMQ" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p>Os parafusos estruturais são componentes fundamentais na montagem de estruturas metálicas, galpões industriais, coberturas, mezaninos, torres e diferentes sistemas construtivos. A escolha correta dos elementos de fixação influencia diretamente o desempenho das ligações, a segurança da estrutura e a durabilidade da instalação.</p><p>Na hora de buscar um <strong>fornecedor de parafuso estrutural</strong>, é comum encontrar diferentes especificações, como ASTM A325, classe 8.8 e ASTM A307. Embora todas estejam relacionadas a elementos de fixação, essas designações possuem requisitos e aplicações diferentes.</p><p>Mas afinal, qual parafuso estrutural utilizar? Qual é a diferença entre A325, 8.8 e A307? E o que considerar na hora de comprar parafusos para uma estrutura metálica?</p><p>Neste artigo, a Nomos apresenta os principais pontos para entender essas especificações, avaliar as necessidades do projeto e buscar soluções de fixação adequadas para cada aplicação.</p><h2>O que é um parafuso estrutural?</h2><p>O parafuso estrutural é um elemento de fixação utilizado em ligações de componentes estruturais, especialmente em estruturas metálicas. Ele permite unir perfis, chapas, elementos de ligação e outros componentes conforme os requisitos definidos em projeto.</p><p>Esses parafusos podem trabalhar em diferentes condições, dependendo do dimensionamento da ligação, incluindo esforços de tração, cisalhamento e condições específicas de montagem.</p><p>Em estruturas metálicas, a escolha do parafuso não deve considerar apenas o diâmetro ou o comprimento. É necessário observar a especificação do material, a classe de resistência, o tipo de ligação, as condições de instalação e os requisitos técnicos aplicáveis.</p><p>Entre as designações encontradas no mercado estão:</p><ul><li>ASTM A325, atualmente incorporada à ASTM F3125 como Grade A325;</li><li>Parafusos métricos de classe de propriedade 8.8, conforme a ISO 898-1;</li><li>ASTM A307, utilizada em parafusos de aço carbono para aplicações gerais.</li></ul><p>Cada uma dessas especificações atende a requisitos próprios e não deve ser considerada automaticamente intercambiável com as demais.</p><h2>Parafuso estrutural A325: características e aplicações</h2><p>O parafuso ASTM A325 é tradicionalmente associado às ligações parafusadas de estruturas de aço. Atualmente, a especificação A325 foi incorporada à norma ASTM F3125, na qual permanece como Grade A325.</p><p>É uma designação bastante conhecida no setor de estruturas metálicas e aparece frequentemente em projetos, memoriais de cálculo, especificações de engenharia e solicitações de compra.</p><h3>Onde o parafuso A325 é utilizado?</h3><p>Os parafusos Grade A325 são empregados em ligações estruturais de aço projetadas para utilizar esse tipo de fixador, conforme as especificações aplicáveis.</p><p>Podem ser encontrados em aplicações como:</p><ul><li>Estruturas metálicas industriais;</li><li>Galpões e coberturas;</li><li>Ligações entre vigas, pilares e chapas;</li><li>Estruturas de suporte e plataformas;</li><li>Obras que especificam ligações parafusadas de alta resistência.</li></ul><p>A aplicação exata depende do projeto estrutural e dos requisitos da ligação. Não basta selecionar um parafuso A325 apenas porque a estrutura é metálica.</p><h3>O que observar ao comprar parafusos A325?</h3><p>Ao solicitar uma cotação de parafusos estruturais A325, é importante informar:</p><ul><li>Diâmetro e comprimento;</li><li>Quantidade necessária;</li><li>Especificação normativa exigida;</li><li>Tipo de acabamento ou revestimento;</li><li>Requisitos de porcas e arruelas;</li><li>Necessidade de certificados e documentação de rastreabilidade;</li><li>Condições de fornecimento e prazo de entrega.</li></ul><p>Essas informações ajudam o fornecedor a identificar o produto solicitado e reduzem o risco de divergências entre o material cotado e o especificado em projeto.</p><h2>Parafuso estrutural classe 8.8: o que significa?</h2><p>A classe de propriedade 8.8 é uma classificação utilizada em parafusos métricos de aço, conforme a ISO 898-1.</p><p>É importante entender que <strong>8.8 não é o nome de uma única norma de produto estrutural</strong>, mas uma classe de propriedade mecânica. Ela indica características de resistência do parafuso, conforme os requisitos normativos aplicáveis.</p><p>De forma simplificada, a classe 8.8 está associada a uma resistência à tração nominal de 800 MPa e a uma razão nominal entre limite de escoamento e resistência à tração de 0,8. Os valores mínimos exigidos dependem do diâmetro e dos requisitos da norma.</p><h3>Onde os parafusos classe 8.8 são utilizados?</h3><p>Parafusos métricos classe 8.8 são encontrados em diversas aplicações industriais e de construção, incluindo:</p><ul><li>Montagens e equipamentos industriais;</li><li>Ligações mecânicas;</li><li>Estruturas e suportes metálicos, quando especificados para essa aplicação;</li><li>Sistemas de fixação sujeitos a esforços mecânicos;</li><li>Conjuntos parafusados que exigem propriedades mecânicas definidas.</li></ul><p>A utilização em uma ligação estrutural deve respeitar o projeto, a norma de dimensionamento e os requisitos do conjunto de fixação.</p><h3>Parafuso A325 e classe 8.8 são iguais?</h3><p>Não. Apesar de ambos serem associados a aplicações que podem envolver esforços mecânicos elevados, A325 e 8.8 pertencem a sistemas de especificação diferentes.</p><p>O A325 é uma designação de grau de parafuso estrutural incorporada à ASTM F3125. Já 8.8 é uma classe de propriedade mecânica de parafusos métricos, definida pela ISO 898-1.</p><p>A equivalência entre produtos não pode ser determinada somente pela comparação de valores nominais de resistência. Geometria, dimensões, requisitos de fabricação, propriedades mecânicas, conjunto de fixação e critérios de projeto também precisam ser considerados.</p><p><strong>A substituição de um parafuso A325 por um parafuso classe 8.8, ou vice-versa, deve ser avaliada e aprovada pelo responsável técnico pelo projeto.</strong></p><h2>Parafuso ASTM A307: características e aplicações</h2><p>A ASTM A307 é uma especificação para parafusos, prisioneiros e elementos roscados de aço carbono, com requisitos definidos para diferentes aplicações.</p><p>É comum encontrar essa designação em solicitações de compra para fixações de uso geral, montagens e determinadas aplicações industriais e construtivas.</p><p>A norma contempla diferentes graus, incluindo Grade A e Grade B, com requisitos e aplicações que não são necessariamente os mesmos.</p><h3>Quando utilizar parafusos ASTM A307?</h3><p>A aplicação depende do grau especificado, das condições de serviço e dos requisitos do projeto.</p><p>Esses parafusos podem ser utilizados em determinadas fixações gerais, montagens e ligações nas quais a especificação seja apropriada.</p><p>Entretanto, não devem ser considerados substitutos automáticos de parafusos estruturais de alta resistência, como os especificados como ASTM F3125 Grade A325.</p><p>Antes de comprar parafusos A307, confira o grau exigido, as dimensões, a documentação e a aplicação prevista.</p><h2>Comparativo: A325, classe 8.8 e A307</h2><p>Embora as três designações sejam comuns no universo de fixadores, elas não representam produtos equivalentes.</p><table><tbody><tr><th>Característica</th><th>ASTM A325</th><th>Classe 8.8</th><th>ASTM A307</th></tr><tr><td>Referência normativa</td><td>ASTM F3125, Grade A325</td><td>ISO 898-1</td><td>ASTM A307</td></tr><tr><td>Tipo de designação</td><td>Grau de parafuso estrutural</td><td>Classe de propriedade mecânica</td><td>Especificação para parafusos e elementos roscados</td></tr><tr><td>Sistema dimensional</td><td>Polegadas, conforme o produto especificado</td><td>Métrico</td><td>Polegadas, conforme o produto especificado</td></tr><tr><td>Aplicação</td><td>Ligações estruturais especificadas para A325</td><td>Aplicações compatíveis com a classe e o projeto</td><td>Aplicações compatíveis com o grau e o projeto</td></tr><tr><td>Substituição direta entre eles</td><td>Não presumir</td><td>Não presumir</td><td>Não presumir</td></tr></tbody></table><p>O comparativo é introdutório. Para especificar ou substituir um fixador, devem ser consultadas as normas aplicáveis e as exigências do projeto.</p><h2>Qual é o melhor parafuso estrutural?</h2><p>Uma das dúvidas mais comuns de quem procura parafusos para estruturas metálicas é: qual é o melhor parafuso estrutural?</p><p>A resposta depende da aplicação.</p><p>O parafuso adequado é aquele que atende aos requisitos de dimensionamento, às condições de instalação e às especificações técnicas da ligação. Um produto com resistência nominal mais elevada não é necessariamente a escolha correta para qualquer situação.</p><p>Antes de definir o parafuso, considere:</p><p><strong>1. Projeto estrutural:</strong> verifique a especificação indicada pelo engenheiro responsável.</p><p><strong>2. Tipo de ligação:</strong> identifique os esforços e as condições de trabalho previstos para o conjunto.</p><p><strong>3. Especificação normativa:</strong> confirme se o projeto exige ASTM F3125 Grade A325, classe 8.8 ou outra designação.</p><p><strong>4. Dimensões:</strong> confira diâmetro, comprimento, rosca e demais características necessárias.</p><p><strong>5. Proteção contra corrosão:</strong> avalie o ambiente de exposição e o acabamento especificado, considerando também a compatibilidade com o conjunto.</p><p><strong>6. Instalação:</strong> observe os requisitos de montagem, aperto, inspeção e controle previstos no projeto e nas normas aplicáveis.</p><p>A definição deve ser feita com base nos requisitos técnicos da ligação, e não apenas no preço unitário do parafuso.</p><h2>Como escolher um fornecedor de parafuso estrutural?</h2><p>Encontrar um fornecedor de parafuso estrutural envolve mais do que comparar preços. Em uma obra, a especificação correta, a disponibilidade dos produtos e a previsibilidade de entrega também podem influenciar o planejamento e a execução.</p><p>Ao avaliar um fornecedor de parafusos para estruturas metálicas, considere os seguintes aspectos.</p><h3>Conhecimento técnico sobre fixadores</h3><p>Um fornecedor preparado deve conseguir compreender as informações da solicitação de compra e identificar os dados necessários para cotar o produto especificado.</p><p>Isso inclui a correta identificação da norma, classe ou grau, dimensões e características do conjunto de fixação.</p><h3>Conformidade com a especificação</h3><p>Verifique se o produto ofertado corresponde ao que foi solicitado no projeto.</p><p>Quando houver necessidade de certificados, relatórios ou documentos de rastreabilidade, esses requisitos devem ser informados antes da compra e confirmados com o fornecedor.</p><h3>Disponibilidade e prazo de entrega</h3><p>Em obras e montagens industriais, a falta de componentes de fixação pode afetar o cronograma.</p><p>Por isso, é importante confirmar as quantidades disponíveis, os prazos de fornecimento e as condições logísticas antes de fechar o pedido.</p><h3>Atendimento e suporte comercial</h3><p>Um atendimento que compreenda a aplicação e as especificações solicitadas pode facilitar a comunicação entre compradores, equipes de obra, engenharia e fornecedores.</p><p>A clareza na cotação também contribui para reduzir erros de interpretação e divergências no recebimento do material.</p><h2>Onde comprar parafusos estruturais?</h2><p>Quem busca onde comprar parafusos estruturais deve começar identificando a especificação exigida para a aplicação.</p><p>Termos como “parafuso A325”, “parafuso estrutural 8.8” e “parafuso ASTM A307” podem levar a produtos diferentes. Por isso, é recomendável encaminhar ao fornecedor as informações do projeto, incluindo dimensões, quantidades, norma e requisitos de documentação.</p><p>Para compras destinadas a estruturas metálicas, galpões, obras industriais e sistemas construtivos, a análise dessas informações ajuda a direcionar a cotação para o produto adequado.</p><p>A Nomos Representação e Consultoria atua na representação comercial e na consultoria de soluções para a construção civil, conectando demandas do mercado a fabricantes e fornecedores de produtos para construção.</p><p>Nosso trabalho busca aproximar as necessidades de clientes, especificadores e empresas representadas, considerando as características de cada aplicação e os requisitos apresentados.</p><h2>Nomos: representação e consultoria em soluções para construção</h2><p>A Nomos Representação e Consultoria atua no mercado da construção civil com foco em soluções técnicas, representação comercial e consultoria.</p><p>A empresa trabalha para aproximar fabricantes, distribuidores, construtoras, profissionais de engenharia e demais agentes do setor, contribuindo para a identificação de produtos compatíveis com as necessidades de cada projeto.</p><p>Quando o assunto é fixação, compreender a aplicação e a especificação é parte importante do processo de compra. A identificação correta do produto ajuda a direcionar a cotação e a comunicação entre os envolvidos.</p><p>Se você está buscando um fornecedor de parafusos estruturais A325, classe 8.8 ou ASTM A307, entre em contato com a Nomos para apresentar sua necessidade e verificar as possibilidades de atendimento.</p><h2>Solicite uma cotação de parafusos estruturais</h2><p>Precisa cotar parafusos para uma estrutura metálica, galpão industrial, cobertura ou montagem?</p><p>Envie as informações disponíveis para que sua solicitação possa ser direcionada de acordo com a especificação necessária.</p><p>Para agilizar o atendimento, informe:</p><ul><li>Tipo de parafuso ou norma especificada;</li><li>Diâmetro e comprimento;</li><li>Quantidade;</li><li>Acabamento ou revestimento requerido;</li><li>Local de entrega;</li><li>Prazo desejado;</li><li>Desenho, memorial ou lista de materiais, quando disponível.</li></ul><p><strong>Fale com a Nomos Representação e Consultoria.</strong></p><p>Entre em contato para apresentar sua demanda e consultar as possibilidades de fornecimento de fixadores para sua obra.</p></div><p></p></div>
</div><div data-element-id="elm_DMcBR_nzR42cw1261vWBuw" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-lg zpbutton-style-oval " href="http://api.whatsapp.com/send?phone=5511974077357&amp;text=Olá, gostaria de falar sobre Parafusos Estruturais com a Nomos"><span class="zpbutton-content">Fale Conosco</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:19:44 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Selantes e Patologias]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/selantes-e-patologias</link><description><![CDATA[ Introdução: o “detalhe invisível” que define a durabilidade ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_rhZ18gYqR5OWJKgAIrXNuA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_0-yq5B5jS6ayBA2IqvRfkw" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_4QfNDXGzR_aajRZ1u_5Weg" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_rQOpYncSh-RsEnPtxA_3QQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_rQOpYncSh-RsEnPtxA_3QQ"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
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</div><div data-element-id="elm_pM7WiF93Rk6sP8-DSNdl8g" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Como a escolha e aplicação corretas evitam falhas em telhados e estruturas metálicas</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_o2LCIiNZRrWGpFdldNURQg" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><h3 style="text-align:justify;"><strong>Introdução: o “detalhe invisível” que define a durabilidade</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> Em qualquer estrutura metálica, o desempenho da cobertura depende de uma combinação entre cálculo estrutural, dimensionamento de telhas e, principalmente, dos pontos de vedação. </div>
<div style="text-align:justify;"> Entre esses elementos, o <strong>selante</strong> é, paradoxalmente, o menos valorizado e o mais decisivo para a durabilidade. </div>
<p></p><p></p><div style="text-align:justify;"> É ele quem garante a estanqueidade das juntas, absorve movimentações térmicas, evita infiltrações e impede a entrada de agentes agressivos (água, oxigênio e poluentes). </div>
<div style="text-align:justify;"> Quando ignorado ou aplicado incorretamente, o selante se torna o elo mais fraco da cadeia, dando origem às <strong>patologias mais onerosas</strong>: infiltrações, corrosão, delaminação e até o comprometimento de componentes estruturais. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>1. O papel do selante nas estruturas metálicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> Nas coberturas metálicas, o selante tem três funções principais: </div>
<div style="text-align:justify;"> 1️⃣ <strong>Vedação</strong>&nbsp;- impedir passagem de água, ar e poeira entre juntas e fixações. </div>
<div style="text-align:justify;"> 2️⃣ <strong>Elasticidade</strong>&nbsp;- acompanhar movimentações térmicas sem perder aderência. </div>
<div style="text-align:justify;"> 3️⃣ <strong>Proteção química</strong>&nbsp;- resistir à radiação UV, umidade e agentes agressivos. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Essas funções parecem simples, mas exigem que o produto escolhido seja compatível com o substrato (metal, galvalume, alumínio, aço galvanizado), com a dilatação térmica esperada e com o regime de exposição solar e química do ambiente.</p><p style="text-align:justify;">Um erro comum é aplicar <strong>selantes genéricos</strong>, pensados para uso civil, em sistemas metálicos de alta movimentação ou exposição. Essa incompatibilidade leva à ruptura precoce, fissuras e infiltrações.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>2. Tipos de selantes mais usados em coberturas metálicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> A escolha correta do selante depende do comportamento físico-químico do material. </div>
<div style="text-align:justify;"> Os principais tipos são: </div><div style="text-align:justify;"><br/></div>
<p></p><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.1 Poliuretano (PU)</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Boa aderência em metais, concreto e madeira.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Alta resistência mecânica e flexibilidade.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Contudo, <strong>baixa resistência a UV</strong>, podendo amarelar e perder elasticidade. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 Indicado para áreas internas, juntas de fixação sob telhas ou onde há cobertura contra radiação direta. </div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.2 MS Polymer (Modified Silane)</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Combina características do PU com resistência a UV e intempéries.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Excelente aderência sem primer em diversos substratos.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Cura sem solventes, ideal para obras limpas. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 É o <strong>mais versátil para coberturas metálicas expostas</strong>, vedando rufos, cumeeiras e junções com alvenaria. </div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.3 Silicone neutro</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Resistência térmica e química elevada.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Não sofre ataque por raios UV.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Porém, possui <strong>aderência limitada em metais galvanizados</strong> e <strong>baixa repintabilidade</strong>. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 Indicado para vedações entre vidros, policarbonato ou junções metálicas sem pintura posterior. </div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.4 Butílico</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Base solvente, com excelente adesão inicial e flexibilidade a frio.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Não tem resistência a UVa e UVb, não pode ficar exposto.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Mantém vedação permanente em sobreposições de telhas. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 Muito usado em <strong>fitas selantes</strong> aplicadas sob telhas e cumeeiras. </div></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div>
<div style="text-align:justify;"><br/></div><p style="text-align:justify;">Cada tipo de selante tem um “território técnico” específico, e aplicar fora dele é receita para patologias.</p><p></p><h3 style="text-align:justify;"><strong><br/></strong></h3><h3 style="text-align:justify;"><strong>3. Patologias mais comuns associadas a falhas dos selantes</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">As patologias em coberturas metálicas frequentemente se originam em detalhes executivos:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Fissuração do selante</strong> devido à movimentação térmica superior à sua capacidade de alongamento.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Perda de aderência</strong> por contaminação da superfície (óleo, pó de zinco, ferrugem, sugidades).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Bolhas internas</strong> formadas por aprisionamento de umidade, aplicação sobre substrato quente, selantes com solvente .</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Degradação por UV</strong> em produtos sem aditivos adequados ou destinado a local diferente do indicado.&nbsp;</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> O efeito acumulado é a <strong>perda da estanqueidade</strong> e a <strong>entrada de água</strong>, que ataca a pintura e acelera o processo de corrosão. </div>
<div style="text-align:justify;"> Em telhados metálicos com isolamento térmico ou sanduíche, essa infiltração ainda gera <strong>mofo, desprendimento do isolante e perda de eficiência térmica.</strong></div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><strong><br/></strong></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>4. Compatibilidade e preparo do substrato: o fator esquecido</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Antes de aplicar o selante, o substrato deve estar:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Limpo, seco e livre de pó, óleo e ferrugem;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Tratado com primer, se indicado pelo fabricante;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Livre de tensões mecânicas que impeçam o movimento natural da junta.</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> Um erro recorrente em obras é aplicar selante <strong>diretamente sobre tinta ou galvanização contaminada</strong>, o que reduz drasticamente a aderência. </div>
<div style="text-align:justify;"> Outra falha frequente é <strong>não respeitar o tempo de cura</strong>, expondo o selante à chuva ou calor intenso antes de atingir sua coesão ideal. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>5. Boas práticas de aplicação em telhados e estruturas metálicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Escolher o tipo certo:</strong> compatível com substrato e exposição.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Controlar a geometria da junta:</strong> largura e profundidade proporcionais (relação 1:1 até 10mm e 2:1 acima de 10mm de vão).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><span><strong style="text-align:justify;">Espessura mínima de trabalho:</strong><span>&nbsp;espessura mínima que o selante precisa para desempenhar a durabilidade prometida (5mm).</span></span><br/></p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Usar fundo de junta (cordão de polietileno):</strong> evita aderência em três pontos e reduz tensão.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Aplicar em temperatura e umidade adequadas:</strong> conforme ficha técnica.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Respeitar o tempo de cura total</strong> antes de pintura ou montagem de outros elementos.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">A aplicação correta é tanto <strong>técnica</strong> quanto <strong>procedimental</strong>&nbsp;- exige inspeção, treinamento e responsabilidade.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>6. Selantes e manutenção preventiva</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Selantes não têm vida útil infinita. Mesmo os produtos premium precisam de inspeção periódica, especialmente em:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Juntas expostas à insolação direta;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Regiões com grande amplitude térmica;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Locais sujeitos à vibração ou deformação constante.</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> A manutenção preventiva consiste em <strong>vistoriar visualmente as juntas</strong>, identificar microfissuras, perda de brilho e aderência, e planejar a <strong>reaplicação localizada</strong> antes que surja infiltração. </div>
<div style="text-align:justify;"> Essa prática reduz drasticamente custos de reparo corretivo e aumenta a vida útil da estrutura. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>7. Normas e recomendações técnicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Para referência técnica, as principais normas que envolvem selantes e vedações incluem:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>ABNT NBR 15892:</strong> Selantes para construção civil - Requisitos e métodos de ensaio.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ABNT NBR 15575:</strong> Desempenho de edificações habitacionais (vedações).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ASTM C920:</strong> Standard Specification for Elastomeric Joint Sealants.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ASTM C1193:</strong> Guide for Use of Joint Sealants.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Seguir as diretrizes dessas normas assegura desempenho, compatibilidade e durabilidade conforme especificação técnica.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>Conclusão: o elo invisível da durabilidade</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> O selante é um elemento discreto, mas seu desempenho determina se uma cobertura será estanque ou problemática. </div>
<div style="text-align:justify;"> A escolha correta do produto, combinada com a aplicação técnica e a manutenção preventiva, é o que separa uma obra durável de um passivo crônico. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Na Nomos, entendemos que <strong>selar é mais sobre preparar do que aplicar</strong>&nbsp;e que cada detalhe técnico, por menor que pareça, tem impacto direto no resultado final.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>&nbsp;Próximo artigo:</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<blockquote><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>“Selantes e Patologias em Pré-Moldados: desafios da aderência e dilatação térmica na construção civil.”</strong></div>
<div style="text-align:justify;"> Nele, vamos explorar como o comportamento dos selantes muda ao lidar com concreto pré-moldado, juntas de dilatação e sistemas mistos de fixação. </div><div style="text-align:justify;"><br/></div>
<p></p></blockquote></div><p></p></div></div><div data-element-id="elm_VQW1Gh_AQsuHBJzzxNI7HA" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md " href="javascript:;" target="_blank"><span class="zpbutton-content">Get Started Now</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Wed, 05 Nov 2025 22:26:21 -0300</pubDate></item></channel></rss>