<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><!-- generator=Zoho Sites --><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><atom:link href="https://www.nomos.eng.br/blogs/fixadores_e_selantes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><title>Nomos - Blog , Fixadores e Selantes</title><description>Nomos - Blog , Fixadores e Selantes</description><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/fixadores_e_selantes</link><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 10:29:12 -0700</lastBuildDate><generator>http://zoho.com/sites/</generator><item><title><![CDATA[Selantes e Patologias]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/selantes-e-patologias</link><description><![CDATA[ Introdução: o “detalhe invisível” que define a durabilidade ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_rhZ18gYqR5OWJKgAIrXNuA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_0-yq5B5jS6ayBA2IqvRfkw" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_4QfNDXGzR_aajRZ1u_5Weg" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_rQOpYncSh-RsEnPtxA_3QQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_rQOpYncSh-RsEnPtxA_3QQ"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Black%20and%20White%20Minimalist%20Industrial%20Revolution%20Presentation.jpg" size="fit" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_pM7WiF93Rk6sP8-DSNdl8g" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Como a escolha e aplicação corretas evitam falhas em telhados e estruturas metálicas</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_o2LCIiNZRrWGpFdldNURQg" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><h3 style="text-align:justify;"><strong>Introdução: o “detalhe invisível” que define a durabilidade</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> Em qualquer estrutura metálica, o desempenho da cobertura depende de uma combinação entre cálculo estrutural, dimensionamento de telhas e, principalmente, dos pontos de vedação. </div>
<div style="text-align:justify;"> Entre esses elementos, o <strong>selante</strong> é, paradoxalmente, o menos valorizado e o mais decisivo para a durabilidade. </div>
<p></p><p></p><div style="text-align:justify;"> É ele quem garante a estanqueidade das juntas, absorve movimentações térmicas, evita infiltrações e impede a entrada de agentes agressivos (água, oxigênio e poluentes). </div>
<div style="text-align:justify;"> Quando ignorado ou aplicado incorretamente, o selante se torna o elo mais fraco da cadeia, dando origem às <strong>patologias mais onerosas</strong>: infiltrações, corrosão, delaminação e até o comprometimento de componentes estruturais. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>1. O papel do selante nas estruturas metálicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> Nas coberturas metálicas, o selante tem três funções principais: </div>
<div style="text-align:justify;"> 1️⃣ <strong>Vedação</strong>&nbsp;- impedir passagem de água, ar e poeira entre juntas e fixações. </div>
<div style="text-align:justify;"> 2️⃣ <strong>Elasticidade</strong>&nbsp;- acompanhar movimentações térmicas sem perder aderência. </div>
<div style="text-align:justify;"> 3️⃣ <strong>Proteção química</strong>&nbsp;- resistir à radiação UV, umidade e agentes agressivos. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Essas funções parecem simples, mas exigem que o produto escolhido seja compatível com o substrato (metal, galvalume, alumínio, aço galvanizado), com a dilatação térmica esperada e com o regime de exposição solar e química do ambiente.</p><p style="text-align:justify;">Um erro comum é aplicar <strong>selantes genéricos</strong>, pensados para uso civil, em sistemas metálicos de alta movimentação ou exposição. Essa incompatibilidade leva à ruptura precoce, fissuras e infiltrações.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>2. Tipos de selantes mais usados em coberturas metálicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> A escolha correta do selante depende do comportamento físico-químico do material. </div>
<div style="text-align:justify;"> Os principais tipos são: </div><div style="text-align:justify;"><br/></div>
<p></p><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.1 Poliuretano (PU)</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Boa aderência em metais, concreto e madeira.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Alta resistência mecânica e flexibilidade.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Contudo, <strong>baixa resistência a UV</strong>, podendo amarelar e perder elasticidade. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 Indicado para áreas internas, juntas de fixação sob telhas ou onde há cobertura contra radiação direta. </div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.2 MS Polymer (Modified Silane)</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Combina características do PU com resistência a UV e intempéries.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Excelente aderência sem primer em diversos substratos.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Cura sem solventes, ideal para obras limpas. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 É o <strong>mais versátil para coberturas metálicas expostas</strong>, vedando rufos, cumeeiras e junções com alvenaria. </div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.3 Silicone neutro</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Resistência térmica e química elevada.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Não sofre ataque por raios UV.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Porém, possui <strong>aderência limitada em metais galvanizados</strong> e <strong>baixa repintabilidade</strong>. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 Indicado para vedações entre vidros, policarbonato ou junções metálicas sem pintura posterior. </div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.4 Butílico</strong></h4><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Base solvente, com excelente adesão inicial e flexibilidade a frio.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Não tem resistência a UVa e UVb, não pode ficar exposto.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Mantém vedação permanente em sobreposições de telhas. </div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 Muito usado em <strong>fitas selantes</strong> aplicadas sob telhas e cumeeiras. </div></li></ul><div style="text-align:justify;"><br/></div>
<div style="text-align:justify;"><br/></div><p style="text-align:justify;">Cada tipo de selante tem um “território técnico” específico, e aplicar fora dele é receita para patologias.</p><p></p><h3 style="text-align:justify;"><strong><br/></strong></h3><h3 style="text-align:justify;"><strong>3. Patologias mais comuns associadas a falhas dos selantes</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">As patologias em coberturas metálicas frequentemente se originam em detalhes executivos:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Fissuração do selante</strong> devido à movimentação térmica superior à sua capacidade de alongamento.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Perda de aderência</strong> por contaminação da superfície (óleo, pó de zinco, ferrugem, sugidades).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Bolhas internas</strong> formadas por aprisionamento de umidade, aplicação sobre substrato quente, selantes com solvente .</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Degradação por UV</strong> em produtos sem aditivos adequados ou destinado a local diferente do indicado.&nbsp;</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> O efeito acumulado é a <strong>perda da estanqueidade</strong> e a <strong>entrada de água</strong>, que ataca a pintura e acelera o processo de corrosão. </div>
<div style="text-align:justify;"> Em telhados metálicos com isolamento térmico ou sanduíche, essa infiltração ainda gera <strong>mofo, desprendimento do isolante e perda de eficiência térmica.</strong></div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><strong><br/></strong></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>4. Compatibilidade e preparo do substrato: o fator esquecido</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Antes de aplicar o selante, o substrato deve estar:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Limpo, seco e livre de pó, óleo e ferrugem;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Tratado com primer, se indicado pelo fabricante;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Livre de tensões mecânicas que impeçam o movimento natural da junta.</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> Um erro recorrente em obras é aplicar selante <strong>diretamente sobre tinta ou galvanização contaminada</strong>, o que reduz drasticamente a aderência. </div>
<div style="text-align:justify;"> Outra falha frequente é <strong>não respeitar o tempo de cura</strong>, expondo o selante à chuva ou calor intenso antes de atingir sua coesão ideal. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>5. Boas práticas de aplicação em telhados e estruturas metálicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Escolher o tipo certo:</strong> compatível com substrato e exposição.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Controlar a geometria da junta:</strong> largura e profundidade proporcionais (relação 1:1 até 10mm e 2:1 acima de 10mm de vão).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><span><strong style="text-align:justify;">Espessura mínima de trabalho:</strong><span>&nbsp;espessura mínima que o selante precisa para desempenhar a durabilidade prometida (5mm).</span></span><br/></p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Usar fundo de junta (cordão de polietileno):</strong> evita aderência em três pontos e reduz tensão.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Aplicar em temperatura e umidade adequadas:</strong> conforme ficha técnica.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Respeitar o tempo de cura total</strong> antes de pintura ou montagem de outros elementos.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">A aplicação correta é tanto <strong>técnica</strong> quanto <strong>procedimental</strong>&nbsp;- exige inspeção, treinamento e responsabilidade.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>6. Selantes e manutenção preventiva</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Selantes não têm vida útil infinita. Mesmo os produtos premium precisam de inspeção periódica, especialmente em:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Juntas expostas à insolação direta;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Regiões com grande amplitude térmica;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Locais sujeitos à vibração ou deformação constante.</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> A manutenção preventiva consiste em <strong>vistoriar visualmente as juntas</strong>, identificar microfissuras, perda de brilho e aderência, e planejar a <strong>reaplicação localizada</strong> antes que surja infiltração. </div>
<div style="text-align:justify;"> Essa prática reduz drasticamente custos de reparo corretivo e aumenta a vida útil da estrutura. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>7. Normas e recomendações técnicas</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Para referência técnica, as principais normas que envolvem selantes e vedações incluem:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>ABNT NBR 15892:</strong> Selantes para construção civil - Requisitos e métodos de ensaio.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ABNT NBR 15575:</strong> Desempenho de edificações habitacionais (vedações).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ASTM C920:</strong> Standard Specification for Elastomeric Joint Sealants.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ASTM C1193:</strong> Guide for Use of Joint Sealants.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Seguir as diretrizes dessas normas assegura desempenho, compatibilidade e durabilidade conforme especificação técnica.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>Conclusão: o elo invisível da durabilidade</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;"> O selante é um elemento discreto, mas seu desempenho determina se uma cobertura será estanque ou problemática. </div>
<div style="text-align:justify;"> A escolha correta do produto, combinada com a aplicação técnica e a manutenção preventiva, é o que separa uma obra durável de um passivo crônico. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Na Nomos, entendemos que <strong>selar é mais sobre preparar do que aplicar</strong>&nbsp;e que cada detalhe técnico, por menor que pareça, tem impacto direto no resultado final.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>&nbsp;Próximo artigo:</strong></h3><div><strong><br/></strong></div>
<blockquote><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>“Selantes e Patologias em Pré-Moldados: desafios da aderência e dilatação térmica na construção civil.”</strong></div>
<div style="text-align:justify;"> Nele, vamos explorar como o comportamento dos selantes muda ao lidar com concreto pré-moldado, juntas de dilatação e sistemas mistos de fixação. </div><div style="text-align:justify;"><br/></div>
<p></p></blockquote></div><p></p></div></div><div data-element-id="elm_VQW1Gh_AQsuHBJzzxNI7HA" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md " href="javascript:;" target="_blank"><span class="zpbutton-content">Get Started Now</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Wed, 05 Nov 2025 22:26:21 -0300</pubDate></item></channel></rss>