<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><!-- generator=Zoho Sites --><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><atom:link href="http://www.nomos.eng.br/blogs/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><title>Nomos - Blog</title><description>Nomos - Blog</description><link>http://www.nomos.eng.br/blogs</link><lastBuildDate>Mon, 28 Sep 2026 16:30:35 -0700</lastBuildDate><generator>http://zoho.com/sites/</generator><item><title><![CDATA[Qual o melhor revestimento para parafuso de telhado? ]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/melhor-revestimento-parafuso-telhado</link><description><![CDATA[A escolha do parafuso para telhado é uma etapa importante na montagem de coberturas metálicas, telhas termoacústicas e sistemas de fechamento lateral. ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_yx0WGiZlRemJbacZmRlEJQ" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_h9MqhSS0SyOC1d1eHK3P6Q" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_Iu41b61KRbyKSwMyH8Y0Ag" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_CAjQsG95TLqDFUIE9MdSyw" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Compare Aluseal Super, Ecoseal, Ruspert e Nanotec 45K</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_bXjm05XWTZROovkpFC0mlg" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-lg zpbutton-style-oval " href="http://api.whatsapp.com/send?phone=5511974077357&amp;text=Olá, gostaria de falar sobre parafusos para telhado com a Nomos"><span class="zpbutton-content">Fale Conosco</span></a></div>
</div><div data-element-id="elm_U9vFQvJtRR2L6WpIJOL14A" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p>A escolha do parafuso para telhado é uma etapa importante na montagem de coberturas metálicas, telhas termoacústicas e sistemas de fechamento lateral. Além de garantir a fixação adequada das telhas, o elemento de fixação precisa apresentar características compatíveis com as condições de exposição da cobertura.</p><p>Um dos fatores que merece atenção é o revestimento anticorrosivo do parafuso. A exposição à chuva, à umidade, à maresia e a determinados ambientes industriais pode favorecer processos de corrosão, afetando a durabilidade dos componentes.</p><p>Mas qual é o melhor revestimento para parafuso de telhado? Vale a pena escolher um parafuso com Nanotec 45K? Qual é a diferença entre Aluseal Super, Ecoseal e Ruspert?</p><p>A resposta depende das características da aplicação, da especificação do produto e das condições ambientais. Neste artigo, a Nomos Representação e Consultoria apresenta os principais critérios para escolher parafusos para cobertura e entender as diferenças entre alguns dos revestimentos encontrados no mercado.</p><h2>Por que o revestimento do parafuso para telhado é importante?</h2><p>Os parafusos utilizados em coberturas ficam expostos a condições que podem variar significativamente de uma obra para outra.</p><p>Uma cobertura localizada em uma região com baixa umidade e pouca exposição a agentes corrosivos apresenta condições diferentes de uma instalação próxima ao litoral ou em um ambiente industrial.</p><p>Entre os fatores que podem influenciar a corrosão dos fixadores estão:</p><ul><li>Umidade e exposição frequente à água;</li><li>Atmosfera marinha e presença de sais;</li><li>Poluentes e agentes presentes em ambientes industriais;</li><li>Acúmulo de sujeira e retenção de umidade;</li><li>Contato entre materiais diferentes;</li><li>Danos no revestimento durante a instalação;</li><li>Condições de manutenção e conservação da cobertura.</li></ul><p>O revestimento anticorrosivo funciona como parte do sistema de proteção do fixador. Sua composição, espessura, processo de aplicação e desempenho precisam ser considerados na seleção do produto.</p><p>Por isso, ao comprar parafusos para telhado, não basta verificar apenas o preço, o diâmetro ou o comprimento. A proteção superficial também deve fazer parte da análise.</p><h2>O que é um parafuso autobrocante para cobertura?</h2><p>O parafuso autobrocante, também conhecido como parafuso ponta broca, é utilizado em diferentes aplicações de fixação de coberturas e fechamentos metálicos.</p><p>Esse tipo de fixador possui uma ponta projetada para perfurar materiais compatíveis com sua capacidade de furação, permitindo realizar a perfuração e a fixação na mesma operação.</p><p>Dependendo do modelo, o parafuso pode ser fornecido com arruela de vedação, geralmente com componente elastomérico, que auxilia na vedação do ponto de fixação.</p><p>A escolha do parafuso deve considerar:</p><ul><li>Tipo de telha;</li><li>Material e espessura da estrutura de apoio;</li><li>Capacidade de furação;</li><li>Comprimento e diâmetro do fixador;</li><li>Tipo de arruela e requisitos de vedação;</li><li>Revestimento anticorrosivo;</li><li>Condições ambientais da obra.</li></ul><p>Um parafuso adequado para determinada chapa ou perfil não será necessariamente apropriado para qualquer outra cobertura.</p><h2>Qual é o melhor parafuso para telhado?</h2><p>A busca por “melhor parafuso para telhado” pode levar a diferentes produtos, desde fixadores convencionais até modelos com revestimentos desenvolvidos para condições mais exigentes de corrosão.</p><p>Entretanto, não existe uma resposta única que sirva para todas as coberturas.</p><p>O parafuso mais adequado é aquele que atende às exigências de fixação, perfuração, vedação e resistência à corrosão da aplicação específica.</p><p>Em ambientes de maior agressividade, a seleção do revestimento merece atenção especial. Já em condições menos severas, outras especificações podem atender aos requisitos do projeto.</p><p>A decisão deve considerar o conjunto completo: parafuso, revestimento, arruela, telha, estrutura de apoio e condições de instalação.</p><h2>Revestimentos para parafusos de cobertura: Aluseal Super, Ecoseal, Ruspert e Nanotec 45K</h2><p>No mercado de fixadores para construção civil, diferentes revestimentos são utilizados para melhorar a resistência à corrosão dos parafusos.</p><p>Entre as opções que podem aparecer em pesquisas e solicitações de compra estão Aluseal Super, Ecoseal, Ruspert e Nanotec 45K.</p><p>Apesar de terem a proteção anticorrosiva como característica relevante, esses nomes comerciais não devem ser tratados como produtos idênticos. É necessário verificar as características técnicas de cada revestimento e do parafuso em que ele é aplicado.</p><h3>1. Aluseal Super: revestimento para parafusos autoperfurantes e autoatarraxantes</h3><p>O Aluseal Super é um revestimento utilizado em parafusos autoperfurantes e autoatarraxantes da Manzato.</p><p>De acordo com a documentação técnica consultada, o revestimento possui camada mínima de 20 micrômetros e apresenta os seguintes resultados de ensaio:</p><ul><li>Espessura mínima de revestimento: 20 µm;</li><li>Resistência à névoa salina (Salt Spray): aproximadamente 1.500 horas;</li><li>Resistência ao ensaio Kesternich: aproximadamente 20 ciclos.</li></ul><p>Esses dados ajudam a caracterizar o revestimento, mas não devem ser interpretados como uma previsão direta da vida útil do parafuso instalado em uma cobertura.</p><h4>Quando considerar o Aluseal Super?</h4><p>A escolha deve partir da especificação do parafuso e das condições de exposição da cobertura.</p><p>O revestimento aparece em produtos destinados à fixação de telhas metálicas e termoacústicas. A Manzato, por exemplo, apresenta parafuso autoperfurante com rosca dupla e revestimento Aluseal Super para fixação de telhas termoacústicas.</p><p>A compatibilidade do produto com a telha, a estrutura e os requisitos de proteção da obra deve ser confirmada antes da compra.</p><h3>2. Ecoseal: espessura de 30 µm e resistência à corrosão</h3><p>O Ecoseal é uma opção de revestimento para parafusos cuja seleção deve considerar os requisitos de proteção anticorrosiva da aplicação.</p><p>De acordo com os dados técnicos informados para este artigo, o revestimento apresenta:</p><ul><li><strong>Espessura:</strong> 30 µm;</li><li><strong>Resistência ao Salt Spray:</strong> 1.500 horas;</li><li><strong>Resistência ao Kesternich:</strong> 30 ciclos.</li></ul><p>A espessura da camada e os resultados dos ensaios são informações relevantes para a análise do produto.</p><p>No comparativo com o Aluseal Super, os dados informados para o Ecoseal indicam uma camada mais espessa e um número maior de ciclos Kesternich. Entretanto, isso não significa, isoladamente, que terá maior vida útil em qualquer condição de campo.</p><h4>O que observar ao escolher parafusos com Ecoseal?</h4><p>Antes de especificar ou comprar o produto, é importante confirmar:</p><ul><li>Modelo e dimensões do parafuso;</li><li>Compatibilidade com a telha e a estrutura;</li><li>Características da arruela de vedação;</li><li>Condições de exposição da cobertura;</li><li>Documentação técnica do revestimento;</li><li>Requisitos de instalação e manutenção.</li></ul><p>A seleção deve considerar o fixador completo e as exigências da obra, não apenas a espessura do revestimento.</p><h3>3. Ruspert: proteção anticorrosiva para fixadores</h3><p>Ruspert é uma designação comercial associada a sistemas de revestimento utilizados em elementos de fixação.</p><p>Em um catálogo de produtos para cobertura e fechamento lateral da Ciser, são apresentados os seguintes valores para o revestimento Ruspert:</p><ul><li>Salt Spray: 2.000 horas;</li><li>Kesternich: 25 ciclos.</li></ul><p>Esses valores correspondem à documentação consultada e devem ser relacionados à especificação e à versão do produto efetivamente fornecido.</p><h4>O que considerar na aplicação?</h4><p>A indicação do revestimento não substitui a avaliação da compatibilidade do parafuso com a telha e a estrutura.</p><p>Em coberturas metálicas, também é necessário observar as recomendações do fabricante quanto aos materiais em contato.</p><p>Telhas de aço galvanizado, galvalume e alumínio podem apresentar necessidades distintas de compatibilidade e proteção.</p><p>Assim, a seleção deve considerar a composição do conjunto e as condições reais de exposição.</p><h3>4. Nanotec 45K: revestimento para ambientes de maior agressividade corrosiva</h3><p>O Nanotec 45K é um revestimento utilizado pela Ciser em fixadores destinados a aplicações que exigem desempenho anticorrosivo elevado.</p><p>Segundo o catálogo técnico da fabricante, o revestimento utiliza múltiplas camadas que atuam em conjunto para formar uma barreira de proteção contra a corrosão.</p><p>A documentação técnica informa:</p><ul><li><strong>Espessura média da camada:</strong> 20 µm;</li><li><strong>Salt Spray:</strong> mínimo de 3.000 horas;</li><li><strong>Kesternich:</strong> mínimo de 45 ciclos.</li></ul><p>Os ensaios são relacionados às normas ASTM B117 e ABNT NBR 8094 para névoa salina, e DIN 50018 para Kesternich.</p><p>A Ciser informa que o revestimento foi desenvolvido para apresentar desempenho em ambientes altamente corrosivos, incluindo ambientes marinhos e industriais, ou a combinação dessas condições.</p><h4>Parafuso Nanotec 45K para cobertura</h4><p>A linha FAST da Ciser inclui parafusos autoperfurantes com revestimento Nanotec 45K destinados à fixação de telhas metálicas e translúcidas em terças metálicas.</p><p>Entre as aplicações descritas pela fabricante estão:</p><ul><li>Fixação de telhas metálicas e translúcidas;</li><li>Costura de telhas metálicas;</li><li>Coberturas e fechamentos laterais.</li></ul><p>A fabricante também destaca a importância da seleção correta da ponta e da bitola conforme a espessura da chapa ou do perfil metálico.</p><p>O Nanotec 45K pode ser considerado em especificações que demandam proteção anticorrosiva elevada, desde que o produto e o conjunto sejam compatíveis com as exigências do projeto.</p><h2>Comparativo de revestimentos para parafusos de telhado</h2><p>A tabela abaixo reúne os dados técnicos considerados neste artigo.</p><table><tbody><tr><th>Revestimento</th><th>Salt Spray</th><th>Kesternich</th><th>Espessura</th></tr><tr><td>Aluseal Super</td><td>~1.500 h</td><td>~20 ciclos</td><td>Mín. 20 µm</td></tr><tr><td>Ecoseal</td><td>1.500 h</td><td>30 ciclos</td><td>30 µm</td></tr><tr><td>Ruspert</td><td>2.000 h</td><td>25 ciclos</td><td>A confirmar</td></tr><tr><td>Nanotec 45K</td><td>≥3.000 h</td><td>≥45 ciclos</td><td>Média 20 µm</td></tr></tbody></table><p>Os dados do Ecoseal foram informados para este artigo. Os demais valores devem ser associados à documentação e à versão específica de cada produto.</p><p>Os resultados apresentados não devem ser interpretados como uma comparação universal de todos os produtos que utilizam essas designações. Os métodos, critérios de avaliação e especificações dos fixadores precisam ser conferidos na documentação aplicável.</p><h3>O que os números mostram?</h3><p>Considerando os valores informados:</p><ul><li>O Ecoseal apresenta espessura de 30 µm, superior aos 20 µm mínimos informados para o Aluseal Super e à espessura média informada para o Nanotec 45K.</li><li>O Ecoseal apresenta 30 ciclos Kesternich, enquanto o Aluseal Super apresenta aproximadamente 20 e o Ruspert, 25 ciclos nos dados consultados.</li><li>O Nanotec 45K apresenta os maiores valores informados de Salt Spray e Kesternich entre os quatro revestimentos comparados.</li></ul><p>Essas diferenças são úteis para orientar a análise técnica, mas não determinam sozinhas qual produto é mais adequado para uma obra específica.</p><h2>Salt Spray e Kesternich: o que significam esses ensaios?</h2><p>Ao pesquisar parafusos com revestimento anticorrosivo, é comum encontrar informações como “3.000 horas de Salt Spray” ou “45 ciclos de Kesternich”.</p><p>Esses dados são utilizados para descrever o desempenho de materiais e revestimentos em condições de ensaio controladas.</p><h3>O que é o ensaio Salt Spray?</h3><p>O Salt Spray, ou ensaio de névoa salina, é um método laboratorial utilizado para avaliar o comportamento de materiais e revestimentos quando expostos a uma atmosfera salina controlada.</p><p>Os resultados podem ser expressos em horas de exposição até determinado critério de avaliação, como o aparecimento de corrosão vermelha.</p><p>Entretanto, 3.000 horas de Salt Spray não significam automaticamente 3.000 horas de vida útil em uma cobertura, nem podem ser convertidas diretamente em anos de utilização.</p><p>O resultado depende do método, do critério de avaliação, da preparação da amostra e das condições do ensaio.</p><h3>O que é o ensaio Kesternich?</h3><p>O ensaio Kesternich é um método de exposição controlada utilizado para avaliar o comportamento de materiais e revestimentos em uma atmosfera contendo dióxido de enxofre, sob condições definidas.</p><p>Os resultados podem ser apresentados em ciclos de ensaio, conforme o método e os critérios utilizados.</p><p>Assim como no Salt Spray, o número de ciclos não representa diretamente a quantidade de anos que um parafuso irá durar em uma cobertura.</p><h3>Como interpretar os resultados?</h3><p>Ao comparar revestimentos, verifique:</p><ol start="1"><li>Qual norma foi utilizada;</li><li>Qual foi o critério para determinar a corrosão;</li><li>Se os resultados são referentes ao revestimento ou ao fixador completo;</li><li>Se a espessura e o processo de aplicação são comparáveis;</li><li>Se existem recomendações específicas para a aplicação pretendida.</li></ol><p>Esses cuidados ajudam a evitar comparações baseadas apenas em números isolados.</p><h2>Qual revestimento escolher para uma cobertura próxima ao litoral?</h2><p>Em regiões litorâneas, a presença de sais e a exposição à umidade podem aumentar a preocupação com a corrosão dos componentes metálicos.</p><p>Nessas condições, a escolha do parafuso deve considerar a agressividade do ambiente, os materiais da cobertura e as recomendações técnicas dos fabricantes.</p><p>Um revestimento com resultados elevados em ensaios de corrosão pode ser uma característica relevante na seleção, mas não deve ser o único critério.</p><p>Também é importante avaliar:</p><ul><li>Compatibilidade do fixador com a telha;</li><li>Tipo de estrutura de apoio;</li><li>Condições de instalação;</li><li>Possibilidade de danos no revestimento;</li><li>Requisitos de inspeção e manutenção;</li><li>Documentação de desempenho do produto.</li></ul><p>A especificação final deve considerar o sistema completo e as condições de exposição da obra.</p><h2>Parafuso para telha metálica: atenção à compatibilidade dos materiais</h2><p>Um erro na escolha do parafuso para cobertura é considerar apenas a resistência do revestimento, sem avaliar a compatibilidade entre o fixador e os materiais da telha e da estrutura.</p><p>Telhas metálicas podem utilizar diferentes materiais e acabamentos, como aço galvanizado, galvalume e alumínio.</p><p>O contato entre materiais diferentes, associado à presença de umidade e de um eletrólito, pode favorecer processos de corrosão galvânica em determinadas condições.</p><p>Por isso, é necessário observar as recomendações do fabricante da telha e do parafuso, incluindo eventuais restrições de contato entre materiais.</p><p>A escolha correta deve considerar o conjunto, e não apenas o revestimento isoladamente.</p><h2>Como escolher um fornecedor de parafusos para cobertura?</h2><p>Quem procura um fornecedor de parafuso para telhado deve avaliar mais do que o preço por unidade.</p><p>Em obras de cobertura, o produto precisa atender à especificação técnica e estar disponível na quantidade e no prazo necessários.</p><p>Antes de fechar a compra, vale verificar:</p><h3>Conhecimento técnico</h3><p>O fornecedor deve compreender a diferença entre os tipos de parafuso, as aplicações e as especificações de revestimento.</p><h3>Identificação correta do produto</h3><p>Confirme fabricante, linha, dimensões, ponta, revestimento e tipo de arruela.</p><h3>Documentação técnica</h3><p>Quando necessário, solicite fichas técnicas, certificados e informações sobre os ensaios utilizados para caracterizar o revestimento.</p><h3>Disponibilidade e prazo</h3><p>Confirme a quantidade disponível, o prazo de entrega e as condições comerciais para evitar divergências no planejamento da obra.</p><h3>Atendimento comercial</h3><p>Um atendimento que compreenda a demanda facilita a comunicação entre compradores, equipes de obra, fabricantes e profissionais responsáveis pela especificação.</p><h2>Nomos: representação e consultoria em soluções para construção</h2><p>A Nomos Representação e Consultoria atua na representação comercial e na consultoria de soluções para a construção civil, aproximando fabricantes, distribuidores, construtoras e profissionais do setor.</p><p>No segmento de fixação, a escolha do produto envolve a compreensão da aplicação, das características técnicas e das necessidades de cada obra.</p><p>Nosso trabalho busca facilitar o contato entre clientes e fornecedores, contribuindo para que as demandas sejam direcionadas conforme as especificações apresentadas.</p><p>Se você está buscando parafusos para telhas metálicas, coberturas termoacústicas ou fechamentos laterais, a Nomos pode ajudar a direcionar sua solicitação de acordo com a necessidade da aplicação e as possibilidades de fornecimento.</p><h2>Solicite uma cotação de parafusos para cobertura</h2><p>Precisa comprar parafusos para telhado ou está comparando revestimentos anticorrosivos para sua obra?</p><p>Entre em contato com a Nomos Representação e Consultoria para apresentar sua demanda e consultar as possibilidades de atendimento.</p><p>Para agilizar a cotação, informe:</p><ul><li>Tipo de telha e estrutura;</li><li>Modelo ou especificação do parafuso;</li><li>Revestimento desejado, quando definido;</li><li>Diâmetro e comprimento;</li><li>Quantidade necessária;</li><li>Local de entrega;</li><li>Prazo desejado.</li></ul><p>Se houver projeto, memorial ou lista de materiais, essas informações também podem ajudar no direcionamento da solicitação.</p><p><strong>Fale com a Nomos e consulte as possibilidades de fornecimento de parafusos para cobertura.</strong></p></div>
<p></p></div></div><div data-element-id="elm_4pyC1jZMQ1yuAMPeS7UIjQ" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-lg zpbutton-style-oval " href="http://api.whatsapp.com/send?phone=5511974077357&amp;text=Olá, gostaria de falar sobre parafusos para telhado com a Nomos"><span class="zpbutton-content">Fale Conosco</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:28:54 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Parafuso estrutural: como escolher entre A325, classe 8.8 e ASTM A307 e encontrar um fornecedor]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/parafuso-estrutural-a325-8-8-a307</link><description><![CDATA[Encontre parafusos estruturais A325, classe 8.8 e ASTM A307. Conheça as diferenças, aplicações e como escolher um fornecedor para sua obra.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_7_c6KDmlSBGtN6iRsG6wJA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_UJdUFIrOTiWSMnX4OCen5g" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_1o9YGKVSQNCf6FYdHoaYzQ" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_8vtuWrKbSfikFnlr4GzXGA" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true">O melhor fabricante, existe?</h2></div>
<div data-element-id="elm_EMJo-QgjTfG7CBc1imvsMQ" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p>Os parafusos estruturais são componentes fundamentais na montagem de estruturas metálicas, galpões industriais, coberturas, mezaninos, torres e diferentes sistemas construtivos. A escolha correta dos elementos de fixação influencia diretamente o desempenho das ligações, a segurança da estrutura e a durabilidade da instalação.</p><p>Na hora de buscar um <strong>fornecedor de parafuso estrutural</strong>, é comum encontrar diferentes especificações, como ASTM A325, classe 8.8 e ASTM A307. Embora todas estejam relacionadas a elementos de fixação, essas designações possuem requisitos e aplicações diferentes.</p><p>Mas afinal, qual parafuso estrutural utilizar? Qual é a diferença entre A325, 8.8 e A307? E o que considerar na hora de comprar parafusos para uma estrutura metálica?</p><p>Neste artigo, a Nomos apresenta os principais pontos para entender essas especificações, avaliar as necessidades do projeto e buscar soluções de fixação adequadas para cada aplicação.</p><h2>O que é um parafuso estrutural?</h2><p>O parafuso estrutural é um elemento de fixação utilizado em ligações de componentes estruturais, especialmente em estruturas metálicas. Ele permite unir perfis, chapas, elementos de ligação e outros componentes conforme os requisitos definidos em projeto.</p><p>Esses parafusos podem trabalhar em diferentes condições, dependendo do dimensionamento da ligação, incluindo esforços de tração, cisalhamento e condições específicas de montagem.</p><p>Em estruturas metálicas, a escolha do parafuso não deve considerar apenas o diâmetro ou o comprimento. É necessário observar a especificação do material, a classe de resistência, o tipo de ligação, as condições de instalação e os requisitos técnicos aplicáveis.</p><p>Entre as designações encontradas no mercado estão:</p><ul><li>ASTM A325, atualmente incorporada à ASTM F3125 como Grade A325;</li><li>Parafusos métricos de classe de propriedade 8.8, conforme a ISO 898-1;</li><li>ASTM A307, utilizada em parafusos de aço carbono para aplicações gerais.</li></ul><p>Cada uma dessas especificações atende a requisitos próprios e não deve ser considerada automaticamente intercambiável com as demais.</p><h2>Parafuso estrutural A325: características e aplicações</h2><p>O parafuso ASTM A325 é tradicionalmente associado às ligações parafusadas de estruturas de aço. Atualmente, a especificação A325 foi incorporada à norma ASTM F3125, na qual permanece como Grade A325.</p><p>É uma designação bastante conhecida no setor de estruturas metálicas e aparece frequentemente em projetos, memoriais de cálculo, especificações de engenharia e solicitações de compra.</p><h3>Onde o parafuso A325 é utilizado?</h3><p>Os parafusos Grade A325 são empregados em ligações estruturais de aço projetadas para utilizar esse tipo de fixador, conforme as especificações aplicáveis.</p><p>Podem ser encontrados em aplicações como:</p><ul><li>Estruturas metálicas industriais;</li><li>Galpões e coberturas;</li><li>Ligações entre vigas, pilares e chapas;</li><li>Estruturas de suporte e plataformas;</li><li>Obras que especificam ligações parafusadas de alta resistência.</li></ul><p>A aplicação exata depende do projeto estrutural e dos requisitos da ligação. Não basta selecionar um parafuso A325 apenas porque a estrutura é metálica.</p><h3>O que observar ao comprar parafusos A325?</h3><p>Ao solicitar uma cotação de parafusos estruturais A325, é importante informar:</p><ul><li>Diâmetro e comprimento;</li><li>Quantidade necessária;</li><li>Especificação normativa exigida;</li><li>Tipo de acabamento ou revestimento;</li><li>Requisitos de porcas e arruelas;</li><li>Necessidade de certificados e documentação de rastreabilidade;</li><li>Condições de fornecimento e prazo de entrega.</li></ul><p>Essas informações ajudam o fornecedor a identificar o produto solicitado e reduzem o risco de divergências entre o material cotado e o especificado em projeto.</p><h2>Parafuso estrutural classe 8.8: o que significa?</h2><p>A classe de propriedade 8.8 é uma classificação utilizada em parafusos métricos de aço, conforme a ISO 898-1.</p><p>É importante entender que <strong>8.8 não é o nome de uma única norma de produto estrutural</strong>, mas uma classe de propriedade mecânica. Ela indica características de resistência do parafuso, conforme os requisitos normativos aplicáveis.</p><p>De forma simplificada, a classe 8.8 está associada a uma resistência à tração nominal de 800 MPa e a uma razão nominal entre limite de escoamento e resistência à tração de 0,8. Os valores mínimos exigidos dependem do diâmetro e dos requisitos da norma.</p><h3>Onde os parafusos classe 8.8 são utilizados?</h3><p>Parafusos métricos classe 8.8 são encontrados em diversas aplicações industriais e de construção, incluindo:</p><ul><li>Montagens e equipamentos industriais;</li><li>Ligações mecânicas;</li><li>Estruturas e suportes metálicos, quando especificados para essa aplicação;</li><li>Sistemas de fixação sujeitos a esforços mecânicos;</li><li>Conjuntos parafusados que exigem propriedades mecânicas definidas.</li></ul><p>A utilização em uma ligação estrutural deve respeitar o projeto, a norma de dimensionamento e os requisitos do conjunto de fixação.</p><h3>Parafuso A325 e classe 8.8 são iguais?</h3><p>Não. Apesar de ambos serem associados a aplicações que podem envolver esforços mecânicos elevados, A325 e 8.8 pertencem a sistemas de especificação diferentes.</p><p>O A325 é uma designação de grau de parafuso estrutural incorporada à ASTM F3125. Já 8.8 é uma classe de propriedade mecânica de parafusos métricos, definida pela ISO 898-1.</p><p>A equivalência entre produtos não pode ser determinada somente pela comparação de valores nominais de resistência. Geometria, dimensões, requisitos de fabricação, propriedades mecânicas, conjunto de fixação e critérios de projeto também precisam ser considerados.</p><p><strong>A substituição de um parafuso A325 por um parafuso classe 8.8, ou vice-versa, deve ser avaliada e aprovada pelo responsável técnico pelo projeto.</strong></p><h2>Parafuso ASTM A307: características e aplicações</h2><p>A ASTM A307 é uma especificação para parafusos, prisioneiros e elementos roscados de aço carbono, com requisitos definidos para diferentes aplicações.</p><p>É comum encontrar essa designação em solicitações de compra para fixações de uso geral, montagens e determinadas aplicações industriais e construtivas.</p><p>A norma contempla diferentes graus, incluindo Grade A e Grade B, com requisitos e aplicações que não são necessariamente os mesmos.</p><h3>Quando utilizar parafusos ASTM A307?</h3><p>A aplicação depende do grau especificado, das condições de serviço e dos requisitos do projeto.</p><p>Esses parafusos podem ser utilizados em determinadas fixações gerais, montagens e ligações nas quais a especificação seja apropriada.</p><p>Entretanto, não devem ser considerados substitutos automáticos de parafusos estruturais de alta resistência, como os especificados como ASTM F3125 Grade A325.</p><p>Antes de comprar parafusos A307, confira o grau exigido, as dimensões, a documentação e a aplicação prevista.</p><h2>Comparativo: A325, classe 8.8 e A307</h2><p>Embora as três designações sejam comuns no universo de fixadores, elas não representam produtos equivalentes.</p><table><tbody><tr><th>Característica</th><th>ASTM A325</th><th>Classe 8.8</th><th>ASTM A307</th></tr><tr><td>Referência normativa</td><td>ASTM F3125, Grade A325</td><td>ISO 898-1</td><td>ASTM A307</td></tr><tr><td>Tipo de designação</td><td>Grau de parafuso estrutural</td><td>Classe de propriedade mecânica</td><td>Especificação para parafusos e elementos roscados</td></tr><tr><td>Sistema dimensional</td><td>Polegadas, conforme o produto especificado</td><td>Métrico</td><td>Polegadas, conforme o produto especificado</td></tr><tr><td>Aplicação</td><td>Ligações estruturais especificadas para A325</td><td>Aplicações compatíveis com a classe e o projeto</td><td>Aplicações compatíveis com o grau e o projeto</td></tr><tr><td>Substituição direta entre eles</td><td>Não presumir</td><td>Não presumir</td><td>Não presumir</td></tr></tbody></table><p>O comparativo é introdutório. Para especificar ou substituir um fixador, devem ser consultadas as normas aplicáveis e as exigências do projeto.</p><h2>Qual é o melhor parafuso estrutural?</h2><p>Uma das dúvidas mais comuns de quem procura parafusos para estruturas metálicas é: qual é o melhor parafuso estrutural?</p><p>A resposta depende da aplicação.</p><p>O parafuso adequado é aquele que atende aos requisitos de dimensionamento, às condições de instalação e às especificações técnicas da ligação. Um produto com resistência nominal mais elevada não é necessariamente a escolha correta para qualquer situação.</p><p>Antes de definir o parafuso, considere:</p><p><strong>1. Projeto estrutural:</strong> verifique a especificação indicada pelo engenheiro responsável.</p><p><strong>2. Tipo de ligação:</strong> identifique os esforços e as condições de trabalho previstos para o conjunto.</p><p><strong>3. Especificação normativa:</strong> confirme se o projeto exige ASTM F3125 Grade A325, classe 8.8 ou outra designação.</p><p><strong>4. Dimensões:</strong> confira diâmetro, comprimento, rosca e demais características necessárias.</p><p><strong>5. Proteção contra corrosão:</strong> avalie o ambiente de exposição e o acabamento especificado, considerando também a compatibilidade com o conjunto.</p><p><strong>6. Instalação:</strong> observe os requisitos de montagem, aperto, inspeção e controle previstos no projeto e nas normas aplicáveis.</p><p>A definição deve ser feita com base nos requisitos técnicos da ligação, e não apenas no preço unitário do parafuso.</p><h2>Como escolher um fornecedor de parafuso estrutural?</h2><p>Encontrar um fornecedor de parafuso estrutural envolve mais do que comparar preços. Em uma obra, a especificação correta, a disponibilidade dos produtos e a previsibilidade de entrega também podem influenciar o planejamento e a execução.</p><p>Ao avaliar um fornecedor de parafusos para estruturas metálicas, considere os seguintes aspectos.</p><h3>Conhecimento técnico sobre fixadores</h3><p>Um fornecedor preparado deve conseguir compreender as informações da solicitação de compra e identificar os dados necessários para cotar o produto especificado.</p><p>Isso inclui a correta identificação da norma, classe ou grau, dimensões e características do conjunto de fixação.</p><h3>Conformidade com a especificação</h3><p>Verifique se o produto ofertado corresponde ao que foi solicitado no projeto.</p><p>Quando houver necessidade de certificados, relatórios ou documentos de rastreabilidade, esses requisitos devem ser informados antes da compra e confirmados com o fornecedor.</p><h3>Disponibilidade e prazo de entrega</h3><p>Em obras e montagens industriais, a falta de componentes de fixação pode afetar o cronograma.</p><p>Por isso, é importante confirmar as quantidades disponíveis, os prazos de fornecimento e as condições logísticas antes de fechar o pedido.</p><h3>Atendimento e suporte comercial</h3><p>Um atendimento que compreenda a aplicação e as especificações solicitadas pode facilitar a comunicação entre compradores, equipes de obra, engenharia e fornecedores.</p><p>A clareza na cotação também contribui para reduzir erros de interpretação e divergências no recebimento do material.</p><h2>Onde comprar parafusos estruturais?</h2><p>Quem busca onde comprar parafusos estruturais deve começar identificando a especificação exigida para a aplicação.</p><p>Termos como “parafuso A325”, “parafuso estrutural 8.8” e “parafuso ASTM A307” podem levar a produtos diferentes. Por isso, é recomendável encaminhar ao fornecedor as informações do projeto, incluindo dimensões, quantidades, norma e requisitos de documentação.</p><p>Para compras destinadas a estruturas metálicas, galpões, obras industriais e sistemas construtivos, a análise dessas informações ajuda a direcionar a cotação para o produto adequado.</p><p>A Nomos Representação e Consultoria atua na representação comercial e na consultoria de soluções para a construção civil, conectando demandas do mercado a fabricantes e fornecedores de produtos para construção.</p><p>Nosso trabalho busca aproximar as necessidades de clientes, especificadores e empresas representadas, considerando as características de cada aplicação e os requisitos apresentados.</p><h2>Nomos: representação e consultoria em soluções para construção</h2><p>A Nomos Representação e Consultoria atua no mercado da construção civil com foco em soluções técnicas, representação comercial e consultoria.</p><p>A empresa trabalha para aproximar fabricantes, distribuidores, construtoras, profissionais de engenharia e demais agentes do setor, contribuindo para a identificação de produtos compatíveis com as necessidades de cada projeto.</p><p>Quando o assunto é fixação, compreender a aplicação e a especificação é parte importante do processo de compra. A identificação correta do produto ajuda a direcionar a cotação e a comunicação entre os envolvidos.</p><p>Se você está buscando um fornecedor de parafusos estruturais A325, classe 8.8 ou ASTM A307, entre em contato com a Nomos para apresentar sua necessidade e verificar as possibilidades de atendimento.</p><h2>Solicite uma cotação de parafusos estruturais</h2><p>Precisa cotar parafusos para uma estrutura metálica, galpão industrial, cobertura ou montagem?</p><p>Envie as informações disponíveis para que sua solicitação possa ser direcionada de acordo com a especificação necessária.</p><p>Para agilizar o atendimento, informe:</p><ul><li>Tipo de parafuso ou norma especificada;</li><li>Diâmetro e comprimento;</li><li>Quantidade;</li><li>Acabamento ou revestimento requerido;</li><li>Local de entrega;</li><li>Prazo desejado;</li><li>Desenho, memorial ou lista de materiais, quando disponível.</li></ul><p><strong>Fale com a Nomos Representação e Consultoria.</strong></p><p>Entre em contato para apresentar sua demanda e consultar as possibilidades de fornecimento de fixadores para sua obra.</p></div>
<p></p></div></div><div data-element-id="elm_DMcBR_nzR42cw1261vWBuw" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-lg zpbutton-style-oval " href="http://api.whatsapp.com/send?phone=5511974077357&amp;text=Olá, gostaria de falar sobre Parafusos Estruturais com a Nomos"><span class="zpbutton-content">Fale Conosco</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:19:44 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Infiltração em telhado metálico: Quando a vedação não é o problema]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/infiltração-em-telhado-metálico</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="http://www.nomos.eng.br/Infiltração em telhado metálico.jpg"/>Infiltração é a dor mais comum das obras. A maioria das empresas já tentou resolução com selante ou troca de telha, e o problema voltou. Esse artigo aponta algumas das causas possíveis desta dor.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_x7LTokHsSimINzdIJtZDJw" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_LSKrOXW7RN2FRNAGQHI2Ow" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_aDIP7_VBQxO3gVJBZZ6cOw" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_7c4MrH7-QGqsX-j7r9w5Vg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span><span>O erro mais comum em infiltrações de telhados metálicos</span></span></h2></div>
<div data-element-id="elm_dI7tYMsY44cln_ON5F8BCQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_dI7tYMsY44cln_ON5F8BCQ"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/Infiltra%C3%A7%C3%A3o%20em%20telhado%20met%C3%A1lico.jpg" size="fit" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_OTb_63RcRWin-Suw9OX1bQ" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><h1><span style="font-size:32px;"></span></h1><div><h1 style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(77, 88, 85);font-family:&quot;Source Sans Pro&quot;, sans-serif;font-size:16px;">A maior parte das infiltrações em coberturas metálicas não começa na vedação.</span></h1><p style="text-align:justify;">Na prática, o mercado costuma repetir o mesmo ciclo: identifica o ponto da goteira, aplica selante ou manta, o problema aparentemente desaparece e semanas depois retorna.</p><p style="text-align:justify;">Isso acontece porque a infiltração raramente é a causa do problema. Ela é apenas o sintoma.</p><p style="text-align:justify;">Quando a origem real não é identificada, qualquer intervenção vira apenas um reparo temporário.</p><h2 style="text-align:justify;"><br></h2><h2 style="text-align:justify;">As 5 origens mais comuns que o mercado ignora</h2><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">1. Falha de fixação</h3><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Parafusos mal especificados, frouxos ou oxidados criam microfolgas na cobertura.</p><p style="text-align:justify;">Com a dilatação térmica do telhado metálico, essas pequenas aberturas aumentam progressivamente, permitindo a entrada de água mesmo em coberturas aparentemente vedadas.</p><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">2. Movimentação estrutural</h3><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Estruturas metálicas trabalham constantemente com variação térmica, vento e carga.</p><p style="text-align:justify;">Quando existe movimentação excessiva, juntas se abrem e o selante perde capacidade de acompanhar o deslocamento, gerando fissuras invisíveis a olho nu.</p><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">3. Sobrecarga de água</h3><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Calhas subdimensionadas ou obstruídas aumentam a pressão hidráulica sobre pontos críticos da cobertura.</p><p style="text-align:justify;">Nessas situações, a água começa a retornar por emendas, sobreposições e fixações que originalmente não foram projetadas para suportar esse volume acumulado.</p><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">4. Telha inadequada para o ambiente</h3><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Nem toda telha metálica suporta ambientes agressivos.</p><p style="text-align:justify;">Regiões industriais, litorâneas ou com alta concentração de agentes corrosivos exigem materiais e revestimentos específicos. Quando a especificação é inadequada, a degradação ocorre muito antes da vida útil esperada.</p><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">5. Erro de instalação</h3><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Recobrimento insuficiente, sentido incorreto de montagem e desalinhamento de peças comprometem completamente o desempenho da cobertura.</p><p style="text-align:justify;">Muitas infiltrações surgem não pela qualidade do material, mas pela execução inadequada em campo.</p><h2 style="text-align:justify;"><br></h2><h2 style="text-align:justify;">Como identificar a causa antes de aplicar qualquer produto</h2><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Um diagnóstico técnico eficiente precisa ir além da tentativa visual superficial.</p><p style="text-align:justify;">O processo normalmente envolve:</p><ul><li style="text-align:justify;">análise visual completa da cobertura;</li><li style="text-align:justify;">mapeamento de pontos críticos;</li><li style="text-align:justify;">inspeção de fixadores e sobreposições;</li><li style="text-align:justify;">avaliação estrutural;</li><li style="text-align:justify;">verificação de calhas e drenagem;</li><li style="text-align:justify;">testes direcionados com água quando necessário.</li></ul><p style="text-align:justify;">Esse processo reduz retrabalho, evita intervenções desnecessárias e aumenta a vida útil do sistema de cobertura.</p><h2 style="text-align:justify;"><br></h2><h2 style="text-align:justify;">Quando o selante realmente é a solução, e quando não é</h2><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">O selante tem função importante em juntas estáveis e corretamente dimensionadas.</p><p style="text-align:justify;">Mas ele não corrige:</p><ul><li style="text-align:justify;">movimentação estrutural;</li><li style="text-align:justify;">fixação comprometida;</li><li style="text-align:justify;">erro de dimensionamento;</li><li style="text-align:justify;">deformações da cobertura;</li><li style="text-align:justify;">falhas de instalação.</li></ul><p style="text-align:justify;">Nesses casos, aplicar vedação sem corrigir a origem do problema apenas mascara a infiltração temporariamente.</p><blockquote><p style="text-align:justify;">“<span><i><span>Aplicar selante em infiltração sem diagnóstico é o equivalente a tomar analgésico sem saber o que causou a dor. Alivia por um tempo. Até passar o efeito.</span></i></span>”</p></blockquote><h2 style="text-align:justify;"><br></h2><h2 style="text-align:justify;">Conclusão</h2><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Quando a infiltração retorna mais de uma vez, o problema provavelmente nunca foi tratado na origem.</p><p style="text-align:justify;">Antes de investir em novas aplicações de manta ou selante, o mais seguro é realizar uma vistoria técnica para identificar a causa real da falha e definir a intervenção correta.</p></div>
<p style="text-align:justify;margin-bottom:4pt;"><br></p></div><p></p></div></div>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Tue, 12 May 2026 21:09:38 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Patologia das Construções]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/patologia-das-contruções</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="http://www.nomos.eng.br/patologia das contrucoes.png"/>Introdução: a umidade não avisa Entre todas as patologias construtivas, a umidade é a mais democrática: aparece em obras baratas e caras, antigas e nov ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_H-vCqz0vQaq2wLEtAHc0ww" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm__QhldwuSRa29ZSINfdPVaQ" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_-M3mMaI9RRWuWuv-mLPYTw" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_G4gXTYpZiQDV3y1AUwtDUA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_G4gXTYpZiQDV3y1AUwtDUA"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/patologia%20das%20contrucoes.png" size="fit" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_KOY1GZQBQ6arLP1LHlAYQg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Umidade Ascendente e Descendente</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_wTAc8YWP0GS0NLzBbrwh7g" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-style-none zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span style="font-size:28px;">A patologia silenciosa que compromete estruturas, saúde e acabamento</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_EQEBFBGGR74u7bzuMnW5YQ" data-element-type="spacer" class="zpelement zpelem-spacer "><style> div[data-element-id="elm_EQEBFBGGR74u7bzuMnW5YQ"] div.zpspacer { height:52px; } @media (max-width: 768px) { div[data-element-id="elm_EQEBFBGGR74u7bzuMnW5YQ"] div.zpspacer { height:calc(52px / 3); } } </style><div class="zpspacer " data-height="52"></div>
</div><div data-element-id="elm_3s791kA1SCatYbKQml3zbw" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><h2 style="text-align:left;">Introdução: a umidade não avisa</h2><div style="text-align:left;"><br></div>
<div style="text-align:left;"> Entre todas as patologias construtivas, a <strong>umidade</strong> é a mais democrática: aparece em obras baratas e caras, antigas e novas, industriais e residenciais. </div>
<div style="text-align:left;">É silenciosa, progressiva e muitas vezes ignorada até causar danos irreversíveis.</div>
<p style="text-align:left;">A Nomos passa agora a incorporar <strong>laudos e diagnósticos de patologias</strong>, e poucas situações representam tão bem a importância de um bom diagnóstico quanto os casos de <strong>umidade ascendente e descendente</strong>.</p><p style="text-align:left;">São patologias diferentes, com causas diferentes, mas ambas podem comprometer desde o acabamento até o próprio desempenho estrutural.</p><p style="text-align:left;"><br></p><div><br></div>
<h1 style="text-align:left;"><span style="color:rgb(77, 88, 85);font-family:&quot;Source Sans Pro&quot;, sans-serif;font-size:16px;"><div></div>
</span></h1><h1><span>1. Por que a umidade é um problema tão crítico?</span></h1><h1 style="text-align:left;"><br></h1><div><div><div style="text-align:left;">A água é o maior agente de degradação das edificações.</div>
<div style="text-align:left;">Ela atua silenciosamente e de forma contínua, gerando:</div>
<div style="text-align:left;"><ul><li>apodrecimento de elementos de madeira</li><li>corrosão de armaduras</li><li>eflorescências (manchas brancas de sais)</li><li>bolor e mofo (risco à saúde)</li><li>descolamento de reboco e cerâmicas</li><li>perdas estéticas e de valor do imóvel</li><li>comprometer o desempenho da edificação conforme normas da ABNT</li></ul></div>
<div style="text-align:left;"><div> Quando a umidade se instala, <strong>o problema raramente é superficial</strong>. </div>
</div><div style="text-align:left;"><div> Ela sempre aponta para <strong>uma falha anterior</strong>, seja na construção, no projeto ou na manutenção. </div>
</div><div style="text-align:left;"><br></div><div style="text-align:left;">Por isso o diagnóstico é tão importante.</div>
</div><br></div><div><br></div><p style="text-align:left;"></p><div><h1>2. O que é umidade ascendente?</h1></div>
<br><p></p><p style="text-align:left;">A <strong>umidade ascendente (vaporização capilar)&nbsp;</strong>ocorre principalmente em casas térreas, sobrados, edificações antigas ou obras sem barreira química e física adequada.&nbsp;</p><p style="text-align:left;"><span style="text-align:center;">Ela acontece por </span><strong style="text-align:center;">capilaridade</strong><span style="text-align:center;">: a água do solo migra para a alvenaria,&nbsp;</span><span style="text-align:center;">atravessando tijolos, blocos, argamassas e rebocos,</span><span style="text-align:center;"> subindo pelas paredes.</span></p><h3 style="text-align:left;"><br></h3><h3 style="text-align:left;">Por que isso acontece?</h3><div><br></div>
<div style="text-align:left;">Por um motivo simples:</div><strong><div style="text-align:left;"><strong>A parede funciona como um “pavio”.</strong></div>
</strong><p style="text-align:left;">Materiais cimentícios e cerâmicos possuem microcanais que permitem que a água suba gradualmente, carregando sais minerais.</p><h3 style="text-align:left;"><br></h3><h3 style="text-align:left;"><span>Sinais clássicos:</span></h3><div><div><ul><li style="text-align:left;">Pintura estufando até 1 m de altura</li><li style="text-align:left;">Manchas escuras ou úmidas próximas ao rodapé</li><li style="text-align:left;">Odor de mofo constante</li><li style="text-align:left;">Reboco soltando em pedaços</li><li style="text-align:left;">Tomada e rodapés deteriorados</li></ul></div>
</div><ul><li><p style="text-align:left;">Eflorescências (sais cristalizados)</p></li></ul><div style="text-align:left;"><br></div>
<h3 style="text-align:left;">Principais causas</h3><ul><li><p style="text-align:left;">Falta de <strong>barreira impermeável</strong> entre fundação e parede</p></li><li><p style="text-align:left;">Uso de argamassas muito porosas</p></li><li><p style="text-align:left;">Lençol freático alto</p></li><li><p style="text-align:left;">Terreno mal drenado</p></li><li><p style="text-align:left;">Revestimentos que “selam” a parede e impedem a evaporação natural</p></li></ul><div style="text-align:left;"><br></div>
<h3 style="text-align:left;">Risco estrutural</h3><p style="text-align:left;">A umidade ascendente <strong>não costuma comprometer diretamente o aço da estrutura</strong>, mas deteriora revestimentos, reduz o desempenho térmico e cria ciclos permanentes de degradação.</p><h1 style="text-align:left;"><strong><br></strong></h1><div><strong><br></strong></div>
<h1 style="text-align:left;">3. O que é umidade descendente?</h1><p style="text-align:left;"><br></p><p style="text-align:left;">A <strong>umidade descendente (ou infiltração)</strong> ocorre quando a água vem de cima, e se infiltra por falhas de cobertura, laje, impermeabilização, selantes ou esquadrias.</p><h3 style="text-align:left;"><br></h3><h3 style="text-align:left;"><span>Sinais clássicos:</span></h3><ul><li><p style="text-align:left;">Tetos manchados</p></li><li><p style="text-align:left;">Água pingando no interior</p></li><li><p style="text-align:left;">Afloramentos de mofo em lajes</p></li><li><p style="text-align:left;">Infiltração em paredes próximas a telhados</p></li><li><p style="text-align:left;">Manchas em vigas e pilares expostos</p></li></ul><div style="text-align:left;"><br></div>
<h3 style="text-align:left;">Principais causas</h3><ul><li><p style="text-align:left;">Falhas em telhados (selantes, fixadores, cumeeira, rufos, encaixes)</p></li><li><p style="text-align:left;">Impermeabilização danificada</p></li><li><p style="text-align:left;">Trincas estruturais</p></li><li><p style="text-align:left;"><span>Calhas com queda insuficiente ou obstruídas</span></p></li><li><p style="text-align:left;">Ausência de pingadeiras</p></li><li><p style="text-align:left;">Problemas em lajes de cobertura</p></li><li><p style="text-align:left;"><span>Movimentação térmica sem junta adequada</span><br></p></li></ul><div style="text-align:left;"><br></div>
<h3 style="text-align:left;">Risco estrutural sério</h3><p style="text-align:left;">A umidade descendente é mais perigosa que a ascendente, pois:</p><ul><li><p style="text-align:left;">Pode alcançar estruturas metálicas → <strong>corrosão</strong></p></li><li><p style="text-align:left;">Pode atingir concreto → <strong>exposição e corrosão</strong><strong>&nbsp;da armadura</strong></p></li><li><p style="text-align:left;">Pode comprometer drywall → <strong>colapso local</strong></p></li><li><p style="text-align:left;">Pode saturar isolamento térmico</p></li><li><p style="text-align:left;">Pode gerar sobrecarga em lajes por acúmulo de água</p></li></ul><div><br></div>
<br><h1 style="text-align:left;">4. Como reconhecer a diferença entre elas?</h1><h3 style="text-align:left;"><strong><br></strong></h3><h3 style="text-align:left;">Umidade Ascendente</h3><ul><li><p style="text-align:left;">Sempre começa de BAIXO pra CIMA</p></li><li><p style="text-align:left;">Até cerca de 1 metro</p></li><li><p style="text-align:left;">Com presença de sais cristalizados (eflorescência)</p></li><li><p style="text-align:left;">Reboco se solta em “casquinhas”</p></li></ul><h3 style="text-align:left;"><strong><br></strong></h3><h3 style="text-align:left;">Umidade Descendente</h3><ul><li><p style="text-align:left;">Começa de CIMA pra BAIXO</p></li><li><p style="text-align:left;">Manchas escuras e úmidas</p></li><li><p style="text-align:left;">Geralmente ligadas a chuva</p></li><li><p style="text-align:left;">Podem aparecer próximas a telhados, lajes e janelas</p></li></ul><h3 style="text-align:left;"><strong><br></strong></h3><h3 style="text-align:left;">Quando as duas coexistem</h3><p style="text-align:left;">Em alguns casos, uma parede pode sofrer com as duas manifestações, principalmente em casas antigas ou construções sem impermeabilização adequada.</p><p style="text-align:left;">Por isso a importância de um <strong>laudo técnico bem elaborado</strong>.</p><br><h1 style="text-align:left;"><strong><br></strong></h1><h1 style="text-align:left;">5. O maior erro: tratar o sintoma e não a causa</h1><p style="text-align:left;"><br></p><p style="text-align:left;">Muita gente tenta resolver a umidade com:</p><ul><li><p style="text-align:left;">Tinta anti-mofo</p></li><li><p style="text-align:left;">Massa corrida</p></li><li><p style="text-align:left;">Argamassa nova por cima</p></li><li><p style="text-align:left;">Produtos “milagrosos” de superfície</p></li></ul><div style="text-align:left;"><strong>Nada disso resolve</strong>, pois o problema é interno. </div>
<div style="text-align:left;">Sem entender a origem, o tratamento vira “maquiagem técnica”, e a patologia retorna em poucas semanas ou meses.</div>
<div style="text-align:left;"><br></div><div style="text-align:left;"><br></div><h1 style="text-align:left;">6. Como é feito o diagnóstico correto?</h1><p style="text-align:left;"><br></p><p style="text-align:left;">A Nomos executa diagnósticos seguindo protocolos usados em engenharia de patologias:</p><h3 style="text-align:left;"><br></h3><h3 style="text-align:left;">Etapas principais</h3><ol><li><p style="text-align:left;"><strong>Inspeção visual</strong> detalhada</p></li><li><p style="text-align:left;"><strong>Mapeamento de manchas</strong> e padrões de umidade</p></li><li><p style="text-align:left;"><strong>Medição com higrômetro</strong> e termografia</p></li><li><p style="text-align:left;"><strong>Análise do histórico da edificação</strong></p></li><li><p style="text-align:left;"><strong>Verificação de drenagem e nível do lençol freático</strong></p></li><li><p style="text-align:left;"><strong>Identificação dos pontos de infiltração</strong> (telhados, rufos, lajes)</p></li></ol><h3 style="text-align:left;"><br></h3><h3 style="text-align:left;">Documentação</h3><p style="text-align:left;">Tudo é gerado em:</p><ul><li><p style="text-align:left;"><strong>Laudo técnico completo</strong></p></li><li><p style="text-align:left;"><strong>Relatório fotográfico</strong></p></li><li><p style="text-align:left;"><strong>Recomendações de intervenção</strong></p></li></ul><div style="text-align:left;"><span style="font-weight:700;"><br></span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-weight:700;"><br></span></div><div><div style="text-align:left;"><div><h1><span>7. A importância do Laudo Técnico de Patologias</span></h1></div>
<br></div><div style="text-align:left;">O laudo traz:</div><div style="text-align:left;"><ul><li>diagnóstico da origem</li><li>fotos técnicas</li><li>avaliação do risco</li><li>detalhamento das intervenções necessárias</li><li>materiais recomendados</li><li>estimativa de vida útil pós-reparo</li></ul></div>
<div style="text-align:left;"><br></div><div style="text-align:left;">É essencial quando:</div>
<div style="text-align:left;"><ul><li>o problema está reaparecendo</li><li>há risco estrutural</li><li>a infiltração já atingiu armaduras</li><li>há divergência entre condomínio, proprietário e construtora</li><li>você quer prova técnica para negociação ou ação judicial</li></ul></div>
</div><div style="text-align:left;"><br></div><h1 style="text-align:left;">8. Como se corrige cada tipo?</h1><h2 style="text-align:left;"><br></h2><h2 style="text-align:left;">8.1 Corrigindo Umidade Ascendente</h2><ul><li><p style="text-align:left;">Execução de <strong>barreira química</strong> (silicatos)</p></li><li><p style="text-align:left;">Demolição e refeita de rodapé e reboco</p></li><li><p style="text-align:left;">Aplicação de <strong>argamassas hidrofugantes</strong></p></li><li><p style="text-align:left;">Drenagem periférica</p></li><li><p style="text-align:left;">Ventilação de paredes em casos severos</p></li></ul><h2 style="text-align:left;"><strong><br></strong></h2><h2 style="text-align:left;">8.2 Corrigindo Umidade Descendente</h2><ul><li><p style="text-align:left;">Reparos em <strong>telhados, selantes e rufos</strong></p></li><li><p style="text-align:left;">Nova impermeabilização de lajes e sacadas</p></li><li><p style="text-align:left;">Selagem de juntas e fissuras</p></li><li><p style="text-align:left;">Revisão de calhas e condutores</p></li><li><p style="text-align:left;">Correção de infiltração estrutural</p></li></ul><br><h1 style="text-align:left;"><strong><br></strong></h1><h1 style="text-align:left;">Conclusão: umidade é uma patologia barata de prevenir e cara de ignorar</h1><div style="text-align:left;"><br></div>
<div style="text-align:left;">A umidade é uma das patologias mais simples de diagnosticar, mas uma das mais caras de corrigir quando ignorada.</div>
<div style="text-align:left;">Ela deteriora acabamentos, reduz o conforto térmico, acelera corrosão e causa danos estruturais em casos avançados.</div>
<div style="text-align:left;">Com diagnóstico técnico, é possível:</div><div style="text-align:left;">✔ identificar a origem</div>
<div style="text-align:left;">✔ avaliar o nível de comprometimento</div><div style="text-align:left;">✔ definir a solução correta</div>
<div style="text-align:left;">✔ evitar retrabalhos e desperdício</div><p style="text-align:left;"><br></p><p style="text-align:left;">A Nomos está preparada para apoiar <strong>síndicos, construtores, gestores e proprietários</strong> na prevenção e correção dessas patologias.</p></div>
</div><div data-element-id="elm_ugEuwzZPR_mB3s5awRRUqw" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md " href="javascript:;" target="_blank"><span class="zpbutton-content">Get Started Now</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Thu, 27 Nov 2025 08:56:30 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Selantes e Patologias]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/selantes-e-patologias</link><description><![CDATA[ Introdução: o “detalhe invisível” que define a durabilidade ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_rhZ18gYqR5OWJKgAIrXNuA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_0-yq5B5jS6ayBA2IqvRfkw" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_4QfNDXGzR_aajRZ1u_5Weg" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_rQOpYncSh-RsEnPtxA_3QQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_rQOpYncSh-RsEnPtxA_3QQ"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/Black%20and%20White%20Minimalist%20Industrial%20Revolution%20Presentation.jpg" size="fit" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_pM7WiF93Rk6sP8-DSNdl8g" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Como a escolha e aplicação corretas evitam falhas em telhados e estruturas metálicas</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_o2LCIiNZRrWGpFdldNURQg" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><h3 style="text-align:justify;"><strong>Introdução: o “detalhe invisível” que define a durabilidade</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;">Em qualquer estrutura metálica, o desempenho da cobertura depende de uma combinação entre cálculo estrutural, dimensionamento de telhas e, principalmente, dos pontos de vedação.</div>
<div style="text-align:justify;"> Entre esses elementos, o <strong>selante</strong> é, paradoxalmente, o menos valorizado e o mais decisivo para a durabilidade. </div>
<p></p><p></p><div style="text-align:justify;">É ele quem garante a estanqueidade das juntas, absorve movimentações térmicas, evita infiltrações e impede a entrada de agentes agressivos (água, oxigênio e poluentes).</div>
<div style="text-align:justify;"> Quando ignorado ou aplicado incorretamente, o selante se torna o elo mais fraco da cadeia, dando origem às <strong>patologias mais onerosas</strong>: infiltrações, corrosão, delaminação e até o comprometimento de componentes estruturais. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>1. O papel do selante nas estruturas metálicas</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;">Nas coberturas metálicas, o selante tem três funções principais:</div>
<div style="text-align:justify;"> 1️⃣ <strong>Vedação</strong>&nbsp;- impedir passagem de água, ar e poeira entre juntas e fixações. </div>
<div style="text-align:justify;"> 2️⃣ <strong>Elasticidade</strong>&nbsp;- acompanhar movimentações térmicas sem perder aderência. </div>
<div style="text-align:justify;"> 3️⃣ <strong>Proteção química</strong>&nbsp;- resistir à radiação UV, umidade e agentes agressivos. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Essas funções parecem simples, mas exigem que o produto escolhido seja compatível com o substrato (metal, galvalume, alumínio, aço galvanizado), com a dilatação térmica esperada e com o regime de exposição solar e química do ambiente.</p><p style="text-align:justify;">Um erro comum é aplicar <strong>selantes genéricos</strong>, pensados para uso civil, em sistemas metálicos de alta movimentação ou exposição. Essa incompatibilidade leva à ruptura precoce, fissuras e infiltrações.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>2. Tipos de selantes mais usados em coberturas metálicas</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;">A escolha correta do selante depende do comportamento físico-químico do material.</div>
<div style="text-align:justify;">Os principais tipos são:</div><div style="text-align:justify;"><br></div>
<p></p><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.1 Poliuretano (PU)</strong></h4><div><strong><br></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Boa aderência em metais, concreto e madeira.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Alta resistência mecânica e flexibilidade.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Contudo, <strong>baixa resistência a UV</strong>, podendo amarelar e perder elasticidade. </div>
<div style="text-align:justify;">👉 Indicado para áreas internas, juntas de fixação sob telhas ou onde há cobertura contra radiação direta.</div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.2 MS Polymer (Modified Silane)</strong></h4><div><strong><br></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Combina características do PU com resistência a UV e intempéries.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Excelente aderência sem primer em diversos substratos.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;">Cura sem solventes, ideal para obras limpas.</div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 É o <strong>mais versátil para coberturas metálicas expostas</strong>, vedando rufos, cumeeiras e junções com alvenaria. </div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.3 Silicone neutro</strong></h4><div><strong><br></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Resistência térmica e química elevada.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Não sofre ataque por raios UV.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"> Porém, possui <strong>aderência limitada em metais galvanizados</strong> e <strong>baixa repintabilidade</strong>. </div>
<div style="text-align:justify;">👉 Indicado para vedações entre vidros, policarbonato ou junções metálicas sem pintura posterior.</div>
<p></p></li></ul><div style="text-align:justify;"><br></div><h4 style="text-align:justify;"><strong>2.4 Butílico</strong></h4><div><strong><br></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;">Base solvente, com excelente adesão inicial e flexibilidade a frio.</p></li><li><p style="text-align:justify;">Não tem resistência a UVa e UVb, não pode ficar exposto.</p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;">Mantém vedação permanente em sobreposições de telhas.</div>
<div style="text-align:justify;"> 👉 Muito usado em <strong>fitas selantes</strong> aplicadas sob telhas e cumeeiras. </div>
</li></ul><div style="text-align:justify;"><br></div><div style="text-align:justify;"><br></div>
<p style="text-align:justify;">Cada tipo de selante tem um “território técnico” específico, e aplicar fora dele é receita para patologias.</p><p></p><h3 style="text-align:justify;"><strong><br></strong></h3><h3 style="text-align:justify;"><strong>3. Patologias mais comuns associadas a falhas dos selantes</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p style="text-align:justify;">As patologias em coberturas metálicas frequentemente se originam em detalhes executivos:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Fissuração do selante</strong> devido à movimentação térmica superior à sua capacidade de alongamento.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Perda de aderência</strong> por contaminação da superfície (óleo, pó de zinco, ferrugem, sugidades).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Bolhas internas</strong> formadas por aprisionamento de umidade, aplicação sobre substrato quente, selantes com solvente .</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Degradação por UV</strong> em produtos sem aditivos adequados ou destinado a local diferente do indicado.&nbsp;</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> O efeito acumulado é a <strong>perda da estanqueidade</strong> e a <strong>entrada de água</strong>, que ataca a pintura e acelera o processo de corrosão. </div>
<div style="text-align:justify;"> Em telhados metálicos com isolamento térmico ou sanduíche, essa infiltração ainda gera <strong>mofo, desprendimento do isolante e perda de eficiência térmica.</strong></div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><strong><br></strong></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>4. Compatibilidade e preparo do substrato: o fator esquecido</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Antes de aplicar o selante, o substrato deve estar:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Limpo, seco e livre de pó, óleo e ferrugem;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Tratado com primer, se indicado pelo fabricante;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Livre de tensões mecânicas que impeçam o movimento natural da junta.</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> Um erro recorrente em obras é aplicar selante <strong>diretamente sobre tinta ou galvanização contaminada</strong>, o que reduz drasticamente a aderência. </div>
<div style="text-align:justify;"> Outra falha frequente é <strong>não respeitar o tempo de cura</strong>, expondo o selante à chuva ou calor intenso antes de atingir sua coesão ideal. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>5. Boas práticas de aplicação em telhados e estruturas metálicas</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Escolher o tipo certo:</strong> compatível com substrato e exposição.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Controlar a geometria da junta:</strong> largura e profundidade proporcionais (relação 1:1 até 10mm e 2:1 acima de 10mm de vão).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><span><strong style="text-align:justify;">Espessura mínima de trabalho:</strong><span>&nbsp;espessura mínima que o selante precisa para desempenhar a durabilidade prometida (5mm).</span></span><br></p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Usar fundo de junta (cordão de polietileno):</strong> evita aderência em três pontos e reduz tensão.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Aplicar em temperatura e umidade adequadas:</strong> conforme ficha técnica.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Respeitar o tempo de cura total</strong> antes de pintura ou montagem de outros elementos.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">A aplicação correta é tanto <strong>técnica</strong> quanto <strong>procedimental</strong>&nbsp;- exige inspeção, treinamento e responsabilidade.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>6. Selantes e manutenção preventiva</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Selantes não têm vida útil infinita. Mesmo os produtos premium precisam de inspeção periódica, especialmente em:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Juntas expostas à insolação direta;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Regiões com grande amplitude térmica;</p></li><li><p style="text-align:justify;">Locais sujeitos à vibração ou deformação constante.</p></li></ul><p></p><div style="text-align:justify;"> A manutenção preventiva consiste em <strong>vistoriar visualmente as juntas</strong>, identificar microfissuras, perda de brilho e aderência, e planejar a <strong>reaplicação localizada</strong> antes que surja infiltração. </div>
<div style="text-align:justify;">Essa prática reduz drasticamente custos de reparo corretivo e aumenta a vida útil da estrutura.</div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>7. Normas e recomendações técnicas</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p style="text-align:justify;">Para referência técnica, as principais normas que envolvem selantes e vedações incluem:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>ABNT NBR 15892:</strong> Selantes para construção civil - Requisitos e métodos de ensaio.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ABNT NBR 15575:</strong> Desempenho de edificações habitacionais (vedações).</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ASTM C920:</strong> Standard Specification for Elastomeric Joint Sealants.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>ASTM C1193:</strong> Guide for Use of Joint Sealants.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Seguir as diretrizes dessas normas assegura desempenho, compatibilidade e durabilidade conforme especificação técnica.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>Conclusão: o elo invisível da durabilidade</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<p></p><div style="text-align:justify;">O selante é um elemento discreto, mas seu desempenho determina se uma cobertura será estanque ou problemática.</div>
<div style="text-align:justify;">A escolha correta do produto, combinada com a aplicação técnica e a manutenção preventiva, é o que separa uma obra durável de um passivo crônico.</div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Na Nomos, entendemos que <strong>selar é mais sobre preparar do que aplicar</strong>&nbsp;e que cada detalhe técnico, por menor que pareça, tem impacto direto no resultado final.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;"><strong>&nbsp;Próximo artigo:</strong></h3><div><strong><br></strong></div>
<blockquote><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>“Selantes e Patologias em Pré-Moldados: desafios da aderência e dilatação térmica na construção civil.”</strong></div>
<div style="text-align:justify;">Nele, vamos explorar como o comportamento dos selantes muda ao lidar com concreto pré-moldado, juntas de dilatação e sistemas mistos de fixação.</div>
<div style="text-align:justify;"><br></div><p></p></blockquote></div><p></p></div>
</div><div data-element-id="elm_VQW1Gh_AQsuHBJzzxNI7HA" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md " href="javascript:;" target="_blank"><span class="zpbutton-content">Get Started Now</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Wed, 05 Nov 2025 22:26:21 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[A Evolução dos Banhos Protetivos para Parafusos de Telhado: Resistência que Acompanha o Intemperismo]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/banhos-de-proteção-em-fixadores1</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="http://www.nomos.eng.br/optimized_WhatsApp Image 2025-07-06 at 17.12.22_500x495.jpeg"/>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando falamos em sistemas de fixação para coberturas metálicas, um dos pontos mais críticos, e frequentemente negligenciados, ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_-TgFU2O_QqiVdgrqcw1LRA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_fQ4YRWLhTBq3vxds5edUWw" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_bU5aMBjLSjinwIBtuzjgkg" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_Lkn4J_BwRTahO32utjF6Ug" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>A importância dos banhos de proteção nos parafusos para cobertura metálica</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_43IAnJ3AEd1p8C7j_YfI9w" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_43IAnJ3AEd1p8C7j_YfI9w"] .zpimage-container figure img { width: 500px ; height: 495.83px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-roundcorner zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/optimized_WhatsApp Image 2025-07-06 at 17.12.22_500x495.jpeg" size="medium" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_aMpFv_QETw2Zfqz2w_M5hw" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando falamos em sistemas de fixação para coberturas metálicas, um dos pontos mais críticos, e frequentemente negligenciados, é a <strong>resistência dos parafusos ao intemperismo</strong>. Sol, umidade, poluentes e, principalmente, a <strong>chuva ácida</strong> aceleram o desgaste dos componentes metálicos, comprometendo não só a estética, mas também a durabilidade e segurança da estrutura.</p><p style="text-align:justify;">Para mitigar esses efeitos, os fabricantes utilizam diferentes tipos de banhos de proteção. Entre os mais comuns no mercado estão os <strong>organometálicos</strong>, como:</p><p style="text-align:justify;"><br></p></div>
<p></p><li style="text-align:justify;">AluSeal</li><div><ul><li style="text-align:justify;">Ruspert</li><li style="text-align:justify;">MaxSeal</li><li style="text-align:justify;">EcoSeal</li></ul><p></p><div></div>
<div style="text-align:justify;"><br></div><p></p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Esses tratamentos oferecem boa resistência, com <strong>performance típica entre 1.000 e 1.500 horas em ensaio de salt spray</strong> (nevoa salina) e <strong>entre 18 e 30 ciclos de chuva ácida</strong>. Mas, frente ao avanço do tempo e das condições ambientais, essa proteção já não é suficiente para alguns cenários críticos.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h2 style="text-align:center;">O problema: a chuva está mais ácida</h2><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Com a intensificação da atividade industrial e do crescimento urbano, o problema da <strong>chuva ácida</strong> se agravou. Em países como a <strong>China</strong>, por exemplo, as emissões de dióxido de enxofre (SO₂) e óxidos de nitrogênio (NOₓ), os principais causadores da acidez, aumentaram até <strong>20% e 38% respectivamente entre 1998 e 2013</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Mas e o Brasil?</p><p style="text-align:justify;">📉 <strong>No cenário nacional, a situação não é muito diferente.</strong> Estudos realizados na cidade de São Paulo apontam pH médio da chuva em torno de <strong>5,2</strong>, sendo que <strong>mais da metade das amostras apresentam valores inferiores a 5,6</strong>, o que já configura <strong>chuva ácida.</strong></p><p style="text-align:justify;">Além disso, o aumento das frotas de veículos e da atividade industrial nas regiões metropolitanas tem contribuído diretamente para esse fenômeno, reduzindo a vida útil dos componentes metálicos expostos.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h2 style="text-align:center;">A resposta da indústria: mais horas, mais resistência</h2><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Acompanhando essa evolução do ambiente, a <strong>Ciser</strong>, maior fabricante de fixadores da América Latina, investiu em <strong>novas tecnologias de revestimento protetivo</strong> para parafusos voltados à construção civil e industrial.</p><p style="text-align:justify;">Com essa inovação, os novos banhos da marca oferecem:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>3.000 horas em ensaio de salt spray</strong></p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>45 ciclos de resistência à chuva ácida</strong></p></li></ul><p style="text-align:justify;">Isso representa um salto de aproximadamente <strong>100% em resistência</strong> comparado aos tratamentos tradicionais do mercado.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h2 style="text-align:center;">O que isso significa na prática?</h2><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;1. <strong>Durabilidade estendida</strong></h3><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Parafusos mais resistentes significam menos substituições, menos manutenções corretivas e menos dor de cabeça para o cliente final.</p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;2. <strong>Segurança estrutural</strong></h3><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Telhados metálicos fixados com parafusos de baixa resistência ao intemperismo correm risco de falhas ao longo do tempo. Um banho protetivo avançado garante a <strong>integridade da fixação</strong>, mesmo após anos de exposição.</p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;3. <strong>Redução de custos no longo prazo</strong></h3><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ao investir em soluções tecnicamente superiores, o custo inicial pode ser ligeiramente maior, mas o retorno aparece rapidamente na forma de <strong>vida útil prolongada</strong> e <strong>menos intervenções</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h2 style="text-align:center;">Conclusão: a proteção deve acompanhar o clima</h2><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O clima mudou. E os materiais de construção precisam evoluir junto. A nova geração de banhos organometálicos desenvolvidos para suportar até 3.000 horas em salt spray e 45 ciclos de chuva ácida é uma resposta direta à crescente agressividade do ambiente urbano e industrial.</p><p style="text-align:justify;">Se você trabalha com estruturas metálicas, galpões logísticos ou coberturas em ambientes agressivos, <strong>não vale mais a pena economizar em fixadores com proteção insuficiente</strong>. Proteja seu projeto com soluções que resistem — e que acompanham a evolução do tempo.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:center;"><strong>Quer saber mais sobre parafusos de alta performance para estruturas metálicas? Fale com a Nomos e descubra as soluções ideais para sua obra.</strong></p><p style="text-align:center;"><strong><br></strong></p></div>
</div></div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Thu, 09 Oct 2025 09:34:27 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Banhos de proteção em fixadores]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/banhos-de-proteção-em-fixadores</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="http://www.nomos.eng.br/Black and White Minimalist Industrial Revolution Presentation -1-.png"/>No universo das coberturas metálicas, um detalhe que muitos menosprezam pode ser o responsável por comprometer toda a estrutura ao longo do tempo: o b ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_vZaopsQaSGSjjabcQ-xn-w" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_JxoC_V05T1iHVQuqh-1L5w" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_jp0GZUfCQE67GSzT-RFr4Q" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_hSe6kQ-oEfEcsgNI21dGrA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_hSe6kQ-oEfEcsgNI21dGrA"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/Black%20and%20White%20Minimalist%20Industrial%20Revolution%20Presentation%20-1-.png" size="fit" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_U1utsiaWTuiskjqCBJXVyg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Até onde vai a economia e onde se transforma em custo oculto</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_JvREa-dxQE2Q68kmgBUcDA" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p><br></p><div><p></p><div style="text-align:justify;"> No universo das coberturas metálicas, um detalhe que muitos menosprezam pode ser o responsável por comprometer toda a estrutura ao longo do tempo: o <strong>banho de proteção dos fixadores</strong>. </div>
<div style="text-align:justify;"> O que parece uma economia inicial pode se revelar um <strong>custo oculto</strong> no médio e longo prazo, especialmente em ambientes agressivos ou sujeitos a intempéries severas. </div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Neste artigo, vamos mergulhar nos tipos mais difundidos de banhos para parafusos, comparar suas durabilidades e resistências, e refletir sobre o que considerar ao escolher, não apenas olhando o preço, mas pensando no desempenho e na longevidade.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><hr style="text-align:justify;"><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">1. Por que o banho é tão determinante?</h3><p style="text-align:justify;">Cada fixador, por menor que seja, representa um ponto vulnerável na cobertura metálica. Se o tratamento superficial falhar antes da chapa principal da cobertura, você terá infiltrações, corrosão localizada, troca de parafusos, manutenção constante,&nbsp; tudo isso impactando o custo total da obra.</p><p style="text-align:justify;">Além do ambiente onde a estrutura será instalada (clima, maresia, poluição, acidez), o banho do fixador precisa resistir ao <strong>corte e atrito durante a instalação</strong>, <strong>dilatação térmica</strong>, e manter a integridade sobre <strong>vibrações e cargas cíclicas</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Por isso, o banho ideal não é apenas o que promete “anticorrosão”, é o que se mantém íntegro durante o ciclo real de uso.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><hr style="text-align:justify;"><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">2. Os principais tipos de banho (e suas características)</h3><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Segue um comparativo técnico com os tipos mais usados atualmente, seus pontos fortes e limitações.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><div><table style="text-align:center;"><thead><tr><th>Banho / tecnologia</th><th>Tipo / composição</th><th>Faixa típica de durabilidade*</th><th>Pontos fortes</th><th>Limitações / alertas</th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Zincado branco (eletrolítico)</strong></td><td>Zinco puro aplicado por eletrólise</td><td>~ 500 h em <strong>salt spray</strong> / 1 ciclo Kesternich</td><td>Custo baixo, visual cromado</td><td>Fragilidade em ambientes agressivos; camada fina sofre corrosão rápida</td></tr><tr><td><strong>Organo-metálico (banhos à base de alumínio-orgânico)</strong></td><td>Compostos com alumínio e polímeros, sem camada significativa de zinco</td><td>500 a 1000 h salt spray / 10-15 ciclos Kesternich</td><td>Melhor que o zincado, solução intermediária</td><td>Depende muito da qualidade do fabricante e controle de processo</td></tr><tr><td><strong>Ruspert (Geomet, Ecoseal, Dacromet, Aluseal)</strong></td><td>Banho com base de zinco + camadas com alumínio/polímeros</td><td>1000 a 1500 h salt spray / 20-30 ciclos Kesternich</td><td>Boa barra entre custo e durabilidade; compatível com chapas galvanizadas</td><td>Varia muito entre marcas; qualidade de aplicação faz diferença enorme</td></tr><tr><td><strong>Nanotech K (nanoparticulas)</strong></td><td>Banho composto + nano revestimento adicional</td><td>~ 3000 h salt spray / ~ 45 ciclos Kesternich</td><td>Desempenho elevado, supera grande parte das chapas pré-pintadas, unico que acompanha chapas Al Zn Mg / Magnelis</td><td>Tecnologia recente, adoção em crescimento;&nbsp;</td></tr><tr><td><br></td><td></td><td></td><td></td><td><br></td></tr></tbody></table></div>
<blockquote><p style="text-align:center;"><span style="font-size:14px;">*Valores aproximados com base nos fabricantes e testes padronizados. Devem ser verificados especificações do fornecedor para cada lote.</span></p><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14px;"><br></span></p></blockquote><hr style="text-align:justify;"><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">3. Ensaios de corrosão: como se mede durabilidade?</h3><p style="text-align:justify;">Para comparar banhos de proteção, há dois ensaios bastante usados:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray (névoa salina neutra, ASTM B117)</strong>: simula ambiente agressivo salino; mede o tempo que demora para surgimento de corrosão visível.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Kesternich (DIN 50018 / método de dióxido de enxofre + umidade / câmara de efeito atmosférico)</strong>: simula poluição ácida (indústria, chuva ácida); mede número de ciclos até degradação.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Esses ensaios não garantem performance no mundo real 1:1, mas são excelentes para <strong>comparar</strong> diferentes banhos e validar se o fornecedor comprova aquilo que vende.</p><p style="text-align:justify;">Quando você avalia um parafuso, peça o relatório de <strong>salt spray + kesternich</strong>, às vezes o fornecedor só divulga salt spray porque é mais fácil “vender número alto”, mas a resistência ao poluentes/asfaltos/chuvas ácidas pode ser fraca.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><hr style="text-align:justify;"><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">4. Casos de uso e critérios de escolha</h3><p style="text-align:justify;">Para escolher bem o banho:</p><ol><li><p style="text-align:justify;"><strong>Clima e ambiente</strong>:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Litoral / maresia → exige desempenho ≥ 2000 h</p></li><li><p style="text-align:justify;">Zonas industriais / agrícolas → exige resistência a corrosão química e salina</p></li><li><p style="text-align:justify;">Interior tranquilo → Organometálico ou similar pode ser suficiente</p></li></ul></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Compatibilidade com a chapa</strong>: </div>
<div style="text-align:justify;">Verifique se o banho do fixador é “amigável à chapa” (evitar reações galvânicas). Ex: chapas Al-Zn-Mg precisam de tratamento que não provoque corrosão entre metais diferentes.</div>
<p></p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Vida esperada da cobertura</strong>: </div>
<div style="text-align:justify;">Coberturas projetadas para 20, 40 anos precisam que os fixadores acompanhem essa vida.</div>
<p></p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Custo de manutenção</strong>: </div>
<div style="text-align:justify;">Fixador que falha gera visita técnica, mão de obra, retrabalho, risco de infiltração e dano à estrutura e materiais adjacentes.</div>
<p></p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Confiança no fornecedor / certificações</strong>: </div>
<div style="text-align:justify;">Histórico, laudos, rastreabilidade de lote e consistência de produção fazem diferença.</div>
<p></p></li></ol><div style="text-align:justify;"><br></div><hr style="text-align:justify;"><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">5. Inovação, riscos e oportunidades</h3><div><br></div>
<p></p><div><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>A tecnologia Nanotech K</strong> representa uma virada de chave no segmento de fixadores. </div>
<div style="text-align:justify;"> Entrega <strong>durabilidade superior a muitos revestimentos premium tradicionais</strong>, e o faz com <strong>custo competitivo e controle técnico avançado</strong>, algo que muda completamente a equação de escolha no canteiro de obras. </div>
<p></p><p></p><div style="text-align:justify;"> É natural que novas tecnologias enfrentem <strong>barreiras de aceitação</strong>, afinal o mercado tende a se apegar ao que “sempre funcionou”. </div>
<div style="text-align:justify;"> Porém, a <strong>real prova de um revestimento não está no tempo de mercado, mas no desempenho entregue</strong>. </div>
<div style="text-align:justify;"> Salt spray, Kesternich, exposição real, <strong>resultado é a métrica que valida a inovação.</strong></div>
<p></p><p style="text-align:justify;">Enquanto muitos competem em discurso e tradição, <strong>a Ciser colocou em campo uma solução que desafia o tempo e o ambiente</strong>, transformando o que era o ponto fraco das coberturas metálicas, a fixação, em um <strong>ponto de resistência e confiabilidade.</strong></p></div>
<p></p><p style="text-align:justify;"><br></p><hr style="text-align:justify;"><h3 style="text-align:justify;"><br></h3><h3 style="text-align:justify;">6. Conclusão</h3><h3 style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(77, 88, 85);font-family:&quot;Source Sans Pro&quot;, sans-serif;font-size:16px;"></span></h3><div><p style="text-align:justify;">O menor preço nem sempre representa economia, especialmente quando falamos de <strong>elementos críticos como os fixadores de cobertura</strong>, responsáveis pela integridade estrutural e pela longevidade do sistema.</p><p style="text-align:justify;">Avaliar apenas o custo inicial é negligenciar variáveis fundamentais como <strong>resistência à corrosão, compatibilidade galvânica, agressividade do ambiente e rastreabilidade do processo de fabricação</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Tecnologias de revestimento mais avançadas, como o <strong>Nanotech K</strong>, inauguram uma nova fronteira no equilíbrio entre <strong>custo, desempenho e vida útil real</strong>, entregando confiabilidade de longo prazo com excelente relação técnica e econômica.</p><p></p><div style="text-align:justify;"> Em um mercado cada vez mais competitivo e técnico, <strong>conhecimento de materiais e argumentação baseada em desempenho</strong> tornam-se diferenciais estratégicos. </div>
<div style="text-align:justify;"> Quem domina o assunto não apenas vende, <strong>orienta, previne patologias e constrói credibilidade duradoura.</strong></div>
<p></p></div><div><br></div></div></div></div><div data-element-id="elm_ilhNNlbHTHCWFrATN9tWbg" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md zpbutton-style-none " href="/contact" target="_blank"><span class="zpbutton-content">Converse com quem constrói soluções</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Thu, 09 Oct 2025 09:34:27 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[A Evolução das Telhas para Galpões Industriais]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/a-evolução-das-telhas-para-galpões-industriais</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="http://www.nomos.eng.br/Inserir um título.png"/>A cobertura de um galpão industrial é mais do que apenas uma proteção contra o tempo: ela precisa resistir ao tempo, à química do ambiente, à umidade, ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_QfBmlQnnS5O0awqZNkKl5A" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_k7cDZbYGS5yAmwqTZtBnzA" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_FZA0aydBS56MixpKZmevtw" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_bAOHmxB7GzhDZg9NCl80Yg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_bAOHmxB7GzhDZg9NCl80Yg"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/Inserir%20um%20t%C3%ADtulo.png" size="fit" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_khi7lUxNR--j7VhUuBC16Q" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Durabilidade, Tecnologia e Desempenho Real</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_ogsN2WeuR_CkHXXLoyYy_g" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p style="text-align:justify;">A cobertura de um galpão industrial é mais do que apenas uma proteção contra o tempo: ela precisa resistir ao tempo, à química do ambiente, à umidade, ao calor e às exigências estruturais de cada projeto. Por isso, entender a <strong>evolução das telhas metálicas</strong> e seus <strong>revestimentos</strong> é essencial para quem trabalha com estruturas industriais, logísticas ou agroindustriais.</p><p style="text-align:justify;">Neste artigo, vamos abordar como as telhas evoluíram tecnicamente ao longo dos anos, quais são os limites reais de durabilidade de cada tipo de material, e como escolher o sistema mais adequado ao seu cenário de obra ou retrofit.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;">📌 1. Telha de Fibrocimento – A pioneira resistente à corrosão</h3><p style="text-align:justify;">Ainda amplamente usada em ambientes <strong>quimicamente agressivos</strong>, como <strong>zonas litorâneas</strong> e <strong>indústrias de fertilizantes</strong>, a telha de <strong>fibrocimento</strong> possui <strong>elevada resistência à corrosão</strong>, mesmo sem tratamento metálico.</p><p style="text-align:justify;">Entretanto, seu uso é limitado por duas características:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Baixa resistência mecânica</strong>, exigindo apoios frequentes;</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Elevado peso por metro quadrado</strong>, que impacta diretamente no cálculo estrutural da cobertura.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Apesar disso, seu custo competitivo e resistência química fazem dela uma solução funcional para ambientes muito específicos.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;">🔩 2. Telha Galvanizada – O avanço com zinco puro</h3><p style="text-align:justify;">Com a chegada do aço galvanizado, surgiu um novo padrão para coberturas industriais: o banho de <strong>zinco puro</strong> sobre a chapa de aço proporciona proteção por <strong>ação sacrificial</strong>, o que protege temporariamente o aço base contra oxidação.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Desempenho típico:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray (ASTM B117):</strong> ~200 horas até 5% de ferrugem</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade média:</strong> 15 a 25 anos em ambientes moderados</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Limitação:</strong> Em zonas agressivas (indústria pesada ou litoral), pode sofrer corrosão visível em menos de 10 anos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">⚙️ 3. Telha Galvalume – Eficiência e equilíbrio técnico</h3><p style="text-align:justify;">A telha <strong>galvalume</strong> representa um grande avanço na durabilidade. Composta por aproximadamente <strong>55% alumínio + 43,5% zinco + 1,5% silício</strong>, essa liga oferece <strong>resistência térmica</strong> e <strong>melhor comportamento contra corrosão atmosférica</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Desempenho técnico:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray:</strong> ~1.075 horas</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Teste de Kesternich (chuva ácida):</strong> ~27 ciclos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade em campo:</strong> Até 30 anos em ambientes moderados</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Ponto fraco:</strong> Em zonas de poluição industrial ou litorânea severa, essa vida útil pode cair drasticamente para 10–15 anos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">🎨 4. Galvalume Pré-Pintada – Estética e resistência em uma só solução</h3><p style="text-align:justify;">O revestimento pré-pintado une os benefícios do galvalume à <strong>proteção adicional de um topcoat aplicado em linha contínua</strong>. Isso forma uma barreira física e química contra agentes agressivos, além de melhorar a estética e reduzir a manutenção.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Dados técnicos:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Teste de Kesternich:</strong> ~42 ciclos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray (média de fabricantes):</strong> ~1.000 horas</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade estimada:</strong> 40 a 50 anos com manutenção preventiva</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Ideal para:</strong> estruturas industriais com exposição parcial a ambientes agressivos, onde também se exige acabamento visual</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">🧪 5. Magnelis® – A nova geração com magnésio</h3><p style="text-align:justify;">As telhas com revestimento <strong>zinco + alumínio + magnésio</strong> representam o que há de mais moderno em resistência à corrosão. O <strong>magnésio</strong> garante um efeito de <strong>autocicatrização</strong>, protegendo bordas cortadas, furos e áreas com microdanos – pontos onde os outros materiais costumam falhar primeiro.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Desempenho comprovado:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray:</strong> até 3.000 horas</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade real em campo:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;">Em ambientes C3 (moderadamente agressivos): 20 a 30 anos</p></li><li><p style="text-align:justify;">Em ambientes C5 (extremamente agressivos): até 43 anos</p></li></ul></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Custo produtivo:</strong> semelhante ao galvalume tradicional</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Aplicações ideais:</strong> indústrias químicas, galpões litorâneos, silos de fertilizantes, lavouras com amônia ou resíduos agressivos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">⚠️ Ambientes agressivos exigem mais do que a média</h3><p style="text-align:justify;">É comum ver especificações genéricas como “galvalume com 30 anos de durabilidade”. No papel, isso pode funcionar. Mas na prática, sabemos que centros urbanos industriais, regiões de alta umidade, maresia e poluição aceleram a degradação dos materiais.</p><p style="text-align:justify;">Por isso, não basta seguir uma ficha técnica – é preciso interpretar o <strong>comportamento do material no ambiente real</strong>. Em muitos casos, o barato sai caro.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;">✅ Conclusão: Evoluir é uma exigência do mercado, não uma escolha</h3><p style="text-align:justify;">Assim como as intempéries evoluem, a tecnologia precisa acompanhar. Parar no tempo significa aumentar o custo com manutenção, gerar falhas estruturais e comprometer a operação dos galpões.</p><p style="text-align:justify;">Na <strong>Nomos</strong>, atuamos com base em <strong>escuta técnica, experiência de campo e orientação justa</strong>. Nosso objetivo é garantir que cada solução de cobertura seja pensada para a realidade do cliente – sem exageros, mas também sem subestimar o ambiente.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><p></p><div style="text-align:justify;"> 📞 <strong>Fale com a Nomos</strong></div>
<div style="text-align:justify;">Está projetando um galpão ou avaliando o retrofit da cobertura? Entre em contato e descubra qual solução realmente se encaixa no seu cenário.</div>
<strong><div style="text-align:justify;"><strong>Engenharia aplicada com consciência.</strong></div>
</strong><p></p></div><p></p></div></div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:21:59 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[EPDM na Construção Civil ]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/epdm-na-construção-civil</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="http://www.nomos.eng.br/arruela epdm 2.jpg"/>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Introdução Na construção civil, especialmente nas estruturas metálicas e pré-moldadas, a durabilidade de uma cobertura começa n ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_e_r8hSx5S-moLN48xEzBcg" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_fdVZs3P0SEy1RqW5gAQA6g" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_DLb1LQLeRauyIt5w77ll1w" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_a_dtIJNAQyy0hjZZPZQU6w" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Entenda a diferença entre os tipos de borracha usados na vedação de parafusos</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_nEEgJARFcyywY3iw4F-4AQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_nEEgJARFcyywY3iw4F-4AQ"] .zpimage-container figure img { width: 500px ; height: 500.00px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/arruela%20epdm%202.jpg" size="medium" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_MyK_iOgLRtS7lc1BA5G5KA" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Introdução</h3><p style="text-align:justify;">Na construção civil, especialmente nas estruturas metálicas e pré-moldadas, a durabilidade de uma cobertura começa nos detalhes. Um deles — muitas vezes negligenciado — é a <strong>borracha que compõe a arruela de vedação dos parafusos de fixação</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Esse elemento discreto, mas essencial, geralmente é produzido com <strong>borracha EPDM</strong>, um elastômero reconhecido pela sua excelente resistência ao tempo, ozônio, variações térmicas e agentes químicos.</p><p></p><div style="text-align:justify;"> Mas entre tantas opções no mercado — “EPDM”, “100% EPDM”, “98% de pureza EPDM” — surge a dúvida: <strong>qual a diferença entre elas e o que realmente importa na escolha desse componente?</strong></div>
<div style="text-align:justify;">Neste artigo, a Nomos te explica tudo.</div><div style="text-align:justify;"><br></div>
<h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O que é EPDM?</h3><p style="text-align:justify;"><strong>EPDM</strong> é a sigla para <strong>Etileno-Propileno-Dieno-Monômero</strong>, um tipo de borracha sintética amplamente utilizada em aplicações industriais por sua:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Alta <strong>resistência a intempéries</strong> (sol, chuva, ozônio)</p></li><li><p style="text-align:justify;">Boa <strong>estabilidade térmica</strong> (de -40°C a até 120°C)</p></li><li><p style="text-align:justify;">Excelente <strong>resiliência elástica</strong></p></li><li><p style="text-align:justify;">Capacidade de vedação mesmo sob pressão e deformação constante</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Essa tecnologia surgiu entre os anos 60 e 70, como resposta à necessidade de materiais mais duráveis e resistentes para uso externo — principalmente na indústria automotiva e construção.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Aplicações do EPDM na construção civil</h3><p style="text-align:justify;">O EPDM é um material extremamente versátil. Na construção civil, encontramos aplicações como:</p><ol><li><p style="text-align:justify;">Vedações em esquadrias de alumínio e PVC</p></li><li><p style="text-align:justify;">Amortecedores entre elementos estruturais</p></li><li><p style="text-align:justify;">Isolamento térmico e acústico em juntas</p></li><li><p style="text-align:justify;">Separadores entre suportes e vigas em pré-moldados</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Arruelas de vedação em parafusos para telhados</strong></p></li></ol><p style="text-align:justify;">É sobre essa última aplicação que vamos nos aprofundar.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Vedação com EPDM: mais que uma borracha, uma garantia de durabilidade</h3><p style="text-align:justify;">Ao fixar telhas metálicas ou de fibrocimento com parafusos autoatarraxantes, é comum utilizar <strong>arruelas com base metálica e uma camada de borracha</strong> na face inferior, responsável pela vedação do ponto de fixação.</p><p style="text-align:justify;">Essa borracha, ao ser comprimida, impede a entrada de água, umidade, poeira e agentes corrosivos. O material ideal para essa vedação é justamente o EPDM — mas <strong>nem todo EPDM é igual</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Borracha EPDM, 100% EPDM, 98% de pureza: o que muda?</h3><p style="text-align:justify;">No mercado, encontramos as seguintes nomenclaturas:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">“<strong>Borracha EPDM</strong>”</p></li><li><p style="text-align:justify;">“<strong>100% EPDM</strong>”</p></li><li><p style="text-align:justify;">“<strong>98% de pureza EPDM</strong>”</p></li></ul><p style="text-align:justify;">🔍 A confusão começa aqui: essas expressões não significam a mesma coisa.</p><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>A diferença está na concentração real de EPDM no composto.</strong></div>
<div style="text-align:justify;">Um produto pode ser rotulado como “borracha EPDM” e conter apenas 60% a 70% de EPDM na fórmula, sendo o restante constituído de cargas minerais, plastificantes, negro de fumo e outros aditivos.</div>
<p></p><h4 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E como saber a pureza real?</h4><p style="text-align:justify;">O grau de pureza é determinado por <strong>ensaios laboratoriais de teor de cinzas</strong>, onde a borracha é queimada e o que sobra (cinzas) indica a quantidade de carga não polimérica no material.</p><blockquote><p style="text-align:justify;">Quanto <strong>menor o resíduo de cinzas</strong>, <strong>maior o teor real de EPDM</strong> e, portanto, <strong>melhor a qualidade da borracha</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><br></p></blockquote><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E hoje, o que o mercado oferece?</h3><p style="text-align:justify;">Atualmente, os principais fabricantes de parafusos para construção já trabalham com <strong>borrachas EPDM com pureza entre 97% e 98%</strong>, tornando esse aspecto menos diferencial competitivo.</p><p style="text-align:justify;">Antigamente, apenas algumas marcas ofereciam esse nível de qualidade. Hoje, com a tecnologia difundida, a atenção deve se voltar a <strong>outros aspectos técnicos</strong> da vedação.</p><p style="text-align:justify;"><br></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O que realmente importa na performance da vedação?</h3><p style="text-align:justify;">Se a pureza deixou de ser um diferencial, o que realmente determina uma boa vedação?</p><p style="text-align:justify;">⚙️ <strong>Conjunto técnico do sistema</strong>:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Geometria e espessura da borracha</strong>: deve permitir compressão controlada e vedação eficiente</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Elasticidade e memória elástica</strong>: garante que a borracha retorne à forma e continue vedando após dilatação térmica</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Tratamento superficial do parafuso</strong>: influencia na corrosão e na aderência da borracha</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Estabilidade térmica do conjunto</strong>: resistência a ciclos de calor e frio sem deformação permanente</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Como a Nomos pode ajudar?</h3><p style="text-align:justify;">Na <strong>Nomos</strong>, atuamos como <strong>consultores técnicos e representantes</strong>, orientando engenheiros, compradores e projetistas na escolha de <strong>soluções de fixação e vedação confiáveis</strong>, seguras e com alto desempenho no canteiro.</p><p></p><div style="text-align:justify;">💬 Nosso papel vai além da venda.</div>
<strong><div style="text-align:justify;"><strong>Compreendemos o produto, o processo construtivo e o ambiente de aplicação.</strong></div>
</strong><p></p><p></p><div style="text-align:justify;"> Se você tem dúvidas sobre qual produto atende melhor sua obra, ou precisa de apoio técnico para especificação, <strong>fale com a gente.</strong></div>
<div style="text-align:justify;">⠀</div><div style="text-align:justify;"> 📞 Estamos aqui para <strong>difundir conhecimento técnico, conectar soluções e fortalecer estruturas.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong><br></strong></div><p></p></div><p></p></div>
</div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:21:33 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Como escolher um fornecedor para sua obra: 5 dicas essenciais]]></title><link>http://www.nomos.eng.br/blogs/post/como-escolher-um-fornecedor-para-sua-obra-5-dicas-essenciais1</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="http://www.nomos.eng.br/Image_fx -4-.jpg"/>Escolher o fornecedor certo pode fazer toda a diferença no sucesso de uma obra. Além de garantir a qualidade dos materiais e serviços, a escolha certa ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_LMDxCE7oR4Cispbm1Eeo6g" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_1nTswm8UTFO8hY8OEYWGSg" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_7Zaf9cDETtKJtVdEeA9OCg" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_-Blc3E0w3NqQFfKLqqugnA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_-Blc3E0w3NqQFfKLqqugnA"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 605.45px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="http://www.nomos.eng.br/Image_fx%20-4-.jpg" size="fit" data-lightbox="true"></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_V5pr138HQFWQYpBSTQVn3g" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><br></h2></div>
<div data-element-id="elm__Omckb9fRvmO2YfnaPkwSQ" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p>Escolher o fornecedor certo pode fazer toda a diferença no sucesso de uma obra. Além de garantir a qualidade dos materiais e serviços, a escolha certa impacta diretamente no prazo, no orçamento e na segurança do projeto. Para ajudar você nessa decisão, listamos 5 dicas essenciais que facilitam esse processo:</p><p><strong>1. Avalie a reputação do fornecedor</strong><br> Pesquise sobre a empresa, leia avaliações de outros clientes e verifique se ela tem experiência comprovada no segmento da sua obra. Um fornecedor confiável costuma ter um histórico positivo e transparência nas negociações.</p><p><strong>2. Confira a qualidade dos produtos e serviços</strong><br> Solicite amostras ou informações técnicas detalhadas sobre os materiais. A qualidade é fundamental para evitar retrabalhos e garantir a durabilidade da construção.</p><p><strong>3. Verifique prazos e logística</strong><br> Um bom fornecedor deve cumprir os prazos combinados e ter uma logística eficiente para entregar os produtos no tempo certo, evitando atrasos no cronograma da obra.</p><p><strong>4. Analise o custo-benefício</strong><br> Nem sempre o mais barato é a melhor opção. Considere o custo total, incluindo qualidade, prazos e suporte técnico, para escolher um fornecedor que realmente agregue valor ao seu projeto.</p><p><strong>5. Avalie o atendimento e suporte</strong><br> Um fornecedor que oferece atendimento rápido, personalizado e suporte técnico quando necessário facilita a resolução de problemas durante a obra, garantindo mais tranquilidade para você.</p><p><br></p><p><br></p><div><p>Ter um parceiro de confiança ao seu lado faz toda a diferença. Na Nomos, trabalhamos para conectar você aos melhores fornecedores e soluções para sua obra, com transparência, qualidade e compromisso. Quer saber mais? Entre em contato!</p></div>
<p></p></div><p></p></div></div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded><pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:12:10 -0300</pubDate></item></channel></rss>