<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><!-- generator=Zoho Sites --><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><atom:link href="https://www.nomos.eng.br/blogs/cobertura-metálica/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><title>Nomos - Blog , Coberturas e Telhados Industriais</title><description>Nomos - Blog , Coberturas e Telhados Industriais</description><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/cobertura-metálica</link><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 10:31:10 -0700</lastBuildDate><generator>http://zoho.com/sites/</generator><item><title><![CDATA[Infiltração em telhado metálico: Quando a vedação não é o problema]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/infiltração-em-telhado-metálico</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.nomos.eng.br/Infiltração em telhado metálico.jpg"/>Infiltração é a dor mais comum das obras. A maioria das empresas já tentou resolução com selante ou troca de telha, e o problema voltou. Esse artigo aponta algumas das causas possíveis desta dor.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_x7LTokHsSimINzdIJtZDJw" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_LSKrOXW7RN2FRNAGQHI2Ow" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_aDIP7_VBQxO3gVJBZZ6cOw" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_7c4MrH7-QGqsX-j7r9w5Vg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span><span>O erro mais comum em infiltrações de telhados metálicos</span></span></h2></div>
<div data-element-id="elm_dI7tYMsY44cln_ON5F8BCQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_dI7tYMsY44cln_ON5F8BCQ"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Infiltra%C3%A7%C3%A3o%20em%20telhado%20met%C3%A1lico.jpg" size="fit" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_OTb_63RcRWin-Suw9OX1bQ" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><h1><span style="font-size:32px;"></span></h1><div><h1 style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(77, 88, 85);font-family:&quot;Source Sans Pro&quot;, sans-serif;font-size:16px;">A maior parte das infiltrações em coberturas metálicas não começa na vedação.</span></h1><p style="text-align:justify;">Na prática, o mercado costuma repetir o mesmo ciclo: identifica o ponto da goteira, aplica selante ou manta, o problema aparentemente desaparece e semanas depois retorna.</p><p style="text-align:justify;">Isso acontece porque a infiltração raramente é a causa do problema. Ela é apenas o sintoma.</p><p style="text-align:justify;">Quando a origem real não é identificada, qualquer intervenção vira apenas um reparo temporário.</p><h2 style="text-align:justify;"><br/></h2><h2 style="text-align:justify;">As 5 origens mais comuns que o mercado ignora</h2><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">1. Falha de fixação</h3><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Parafusos mal especificados, frouxos ou oxidados criam microfolgas na cobertura.</p><p style="text-align:justify;">Com a dilatação térmica do telhado metálico, essas pequenas aberturas aumentam progressivamente, permitindo a entrada de água mesmo em coberturas aparentemente vedadas.</p><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">2. Movimentação estrutural</h3><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Estruturas metálicas trabalham constantemente com variação térmica, vento e carga.</p><p style="text-align:justify;">Quando existe movimentação excessiva, juntas se abrem e o selante perde capacidade de acompanhar o deslocamento, gerando fissuras invisíveis a olho nu.</p><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">3. Sobrecarga de água</h3><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Calhas subdimensionadas ou obstruídas aumentam a pressão hidráulica sobre pontos críticos da cobertura.</p><p style="text-align:justify;">Nessas situações, a água começa a retornar por emendas, sobreposições e fixações que originalmente não foram projetadas para suportar esse volume acumulado.</p><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">4. Telha inadequada para o ambiente</h3><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Nem toda telha metálica suporta ambientes agressivos.</p><p style="text-align:justify;">Regiões industriais, litorâneas ou com alta concentração de agentes corrosivos exigem materiais e revestimentos específicos. Quando a especificação é inadequada, a degradação ocorre muito antes da vida útil esperada.</p><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">5. Erro de instalação</h3><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Recobrimento insuficiente, sentido incorreto de montagem e desalinhamento de peças comprometem completamente o desempenho da cobertura.</p><p style="text-align:justify;">Muitas infiltrações surgem não pela qualidade do material, mas pela execução inadequada em campo.</p><h2 style="text-align:justify;"><br/></h2><h2 style="text-align:justify;">Como identificar a causa antes de aplicar qualquer produto</h2><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Um diagnóstico técnico eficiente precisa ir além da tentativa visual superficial.</p><p style="text-align:justify;">O processo normalmente envolve:</p><ul><li style="text-align:justify;"> análise visual completa da cobertura; </li><li style="text-align:justify;"> mapeamento de pontos críticos; </li><li style="text-align:justify;"> inspeção de fixadores e sobreposições; </li><li style="text-align:justify;"> avaliação estrutural; </li><li style="text-align:justify;"> verificação de calhas e drenagem; </li><li style="text-align:justify;"> testes direcionados com água quando necessário. </li></ul><p style="text-align:justify;">Esse processo reduz retrabalho, evita intervenções desnecessárias e aumenta a vida útil do sistema de cobertura.</p><h2 style="text-align:justify;"><br/></h2><h2 style="text-align:justify;">Quando o selante realmente é a solução, e quando não é</h2><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">O selante tem função importante em juntas estáveis e corretamente dimensionadas.</p><p style="text-align:justify;">Mas ele não corrige:</p><ul><li style="text-align:justify;"> movimentação estrutural; </li><li style="text-align:justify;"> fixação comprometida; </li><li style="text-align:justify;"> erro de dimensionamento; </li><li style="text-align:justify;"> deformações da cobertura; </li><li style="text-align:justify;"> falhas de instalação. </li></ul><p style="text-align:justify;">Nesses casos, aplicar vedação sem corrigir a origem do problema apenas mascara a infiltração temporariamente.</p><blockquote><p style="text-align:justify;">“<span><i><span>Aplicar selante em infiltração sem diagnóstico é o equivalente a tomar analgésico sem saber o que causou a dor. Alivia por um tempo. Até passar o efeito.</span></i></span>”</p></blockquote><h2 style="text-align:justify;"><br/></h2><h2 style="text-align:justify;">Conclusão</h2><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Quando a infiltração retorna mais de uma vez, o problema provavelmente nunca foi tratado na origem.</p><p style="text-align:justify;">Antes de investir em novas aplicações de manta ou selante, o mais seguro é realizar uma vistoria técnica para identificar a causa real da falha e definir a intervenção correta.</p></div><p style="text-align:justify;margin-bottom:4pt;"><br/></p></div><p></p></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Tue, 12 May 2026 21:09:38 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[A Evolução dos Banhos Protetivos para Parafusos de Telhado: Resistência que Acompanha o Intemperismo]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/banhos-de-proteção-em-fixadores1</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.nomos.eng.br/optimized_WhatsApp Image 2025-07-06 at 17.12.22_500x495.jpeg"/>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando falamos em sistemas de fixação para coberturas metálicas, um dos pontos mais críticos, e frequentemente negligenciados, ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_-TgFU2O_QqiVdgrqcw1LRA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_fQ4YRWLhTBq3vxds5edUWw" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_bU5aMBjLSjinwIBtuzjgkg" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_Lkn4J_BwRTahO32utjF6Ug" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>A importância dos banhos de proteção nos parafusos para cobertura metálica</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_43IAnJ3AEd1p8C7j_YfI9w" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_43IAnJ3AEd1p8C7j_YfI9w"] .zpimage-container figure img { width: 500px ; height: 495.83px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-roundcorner zpimage-space-none " src="/optimized_WhatsApp Image 2025-07-06 at 17.12.22_500x495.jpeg" size="medium" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_aMpFv_QETw2Zfqz2w_M5hw" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando falamos em sistemas de fixação para coberturas metálicas, um dos pontos mais críticos, e frequentemente negligenciados, é a <strong>resistência dos parafusos ao intemperismo</strong>. Sol, umidade, poluentes e, principalmente, a <strong>chuva ácida</strong> aceleram o desgaste dos componentes metálicos, comprometendo não só a estética, mas também a durabilidade e segurança da estrutura.</p><p style="text-align:justify;">Para mitigar esses efeitos, os fabricantes utilizam diferentes tipos de banhos de proteção. Entre os mais comuns no mercado estão os <strong>organometálicos</strong>, como:</p><p style="text-align:justify;"><br/></p></div><p></p><li style="text-align:justify;">AluSeal</li><div><ul><li style="text-align:justify;">Ruspert</li><li style="text-align:justify;">MaxSeal</li><li style="text-align:justify;">EcoSeal</li></ul><p></p><div></div><div style="text-align:justify;"><br/></div><p></p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Esses tratamentos oferecem boa resistência, com <strong>performance típica entre 1.000 e 1.500 horas em ensaio de salt spray</strong> (nevoa salina) e <strong>entre 18 e 30 ciclos de chuva ácida</strong>. Mas, frente ao avanço do tempo e das condições ambientais, essa proteção já não é suficiente para alguns cenários críticos.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h2 style="text-align:center;">O problema: a chuva está mais ácida</h2><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Com a intensificação da atividade industrial e do crescimento urbano, o problema da <strong>chuva ácida</strong> se agravou. Em países como a <strong>China</strong>, por exemplo, as emissões de dióxido de enxofre (SO₂) e óxidos de nitrogênio (NOₓ), os principais causadores da acidez, aumentaram até <strong>20% e 38% respectivamente entre 1998 e 2013</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Mas e o Brasil?</p><p style="text-align:justify;">📉 <strong>No cenário nacional, a situação não é muito diferente.</strong> Estudos realizados na cidade de São Paulo apontam pH médio da chuva em torno de <strong>5,2</strong>, sendo que <strong>mais da metade das amostras apresentam valores inferiores a 5,6</strong>, o que já configura <strong>chuva ácida.</strong></p><p style="text-align:justify;">Além disso, o aumento das frotas de veículos e da atividade industrial nas regiões metropolitanas tem contribuído diretamente para esse fenômeno, reduzindo a vida útil dos componentes metálicos expostos.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h2 style="text-align:center;">A resposta da indústria: mais horas, mais resistência</h2><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Acompanhando essa evolução do ambiente, a <strong>Ciser</strong>, maior fabricante de fixadores da América Latina, investiu em <strong>novas tecnologias de revestimento protetivo</strong> para parafusos voltados à construção civil e industrial.</p><p style="text-align:justify;">Com essa inovação, os novos banhos da marca oferecem:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>3.000 horas em ensaio de salt spray</strong></p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>45 ciclos de resistência à chuva ácida</strong></p></li></ul><p style="text-align:justify;">Isso representa um salto de aproximadamente <strong>100% em resistência</strong> comparado aos tratamentos tradicionais do mercado.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h2 style="text-align:center;">O que isso significa na prática?</h2><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;1. <strong>Durabilidade estendida</strong></h3><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Parafusos mais resistentes significam menos substituições, menos manutenções corretivas e menos dor de cabeça para o cliente final.</p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;2. <strong>Segurança estrutural</strong></h3><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Telhados metálicos fixados com parafusos de baixa resistência ao intemperismo correm risco de falhas ao longo do tempo. Um banho protetivo avançado garante a <strong>integridade da fixação</strong>, mesmo após anos de exposição.</p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;3. <strong>Redução de custos no longo prazo</strong></h3><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ao investir em soluções tecnicamente superiores, o custo inicial pode ser ligeiramente maior, mas o retorno aparece rapidamente na forma de <strong>vida útil prolongada</strong> e <strong>menos intervenções</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h2 style="text-align:center;">Conclusão: a proteção deve acompanhar o clima</h2><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O clima mudou. E os materiais de construção precisam evoluir junto. A nova geração de banhos organometálicos desenvolvidos para suportar até 3.000 horas em salt spray e 45 ciclos de chuva ácida é uma resposta direta à crescente agressividade do ambiente urbano e industrial.</p><p style="text-align:justify;">Se você trabalha com estruturas metálicas, galpões logísticos ou coberturas em ambientes agressivos, <strong>não vale mais a pena economizar em fixadores com proteção insuficiente</strong>. Proteja seu projeto com soluções que resistem — e que acompanham a evolução do tempo.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:center;"><strong>Quer saber mais sobre parafusos de alta performance para estruturas metálicas? Fale com a Nomos e descubra as soluções ideais para sua obra.</strong></p><p style="text-align:center;"><strong><br/></strong></p></div></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Thu, 09 Oct 2025 09:34:27 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[Banhos de proteção em fixadores]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/banhos-de-proteção-em-fixadores</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.nomos.eng.br/Black and White Minimalist Industrial Revolution Presentation -1-.png"/>No universo das coberturas metálicas, um detalhe que muitos menosprezam pode ser o responsável por comprometer toda a estrutura ao longo do tempo: o b ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_vZaopsQaSGSjjabcQ-xn-w" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_JxoC_V05T1iHVQuqh-1L5w" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_jp0GZUfCQE67GSzT-RFr4Q" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_hSe6kQ-oEfEcsgNI21dGrA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_hSe6kQ-oEfEcsgNI21dGrA"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Black%20and%20White%20Minimalist%20Industrial%20Revolution%20Presentation%20-1-.png" size="fit" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_U1utsiaWTuiskjqCBJXVyg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Até onde vai a economia e onde se transforma em custo oculto</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_JvREa-dxQE2Q68kmgBUcDA" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p><br/></p><div><p></p><div style="text-align:justify;">No universo das coberturas metálicas, um detalhe que muitos menosprezam pode ser o responsável por comprometer toda a estrutura ao longo do tempo: o <strong>banho de proteção dos fixadores</strong>.</div><div style="text-align:justify;">O que parece uma economia inicial pode se revelar um <strong>custo oculto</strong> no médio e longo prazo, especialmente em ambientes agressivos ou sujeitos a intempéries severas.</div><p></p><p style="text-align:justify;">Neste artigo, vamos mergulhar nos tipos mais difundidos de banhos para parafusos, comparar suas durabilidades e resistências, e refletir sobre o que considerar ao escolher, não apenas olhando o preço, mas pensando no desempenho e na longevidade.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><hr style="text-align:justify;"/><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">1. Por que o banho é tão determinante?</h3><p style="text-align:justify;">Cada fixador, por menor que seja, representa um ponto vulnerável na cobertura metálica. Se o tratamento superficial falhar antes da chapa principal da cobertura, você terá infiltrações, corrosão localizada, troca de parafusos, manutenção constante,&nbsp; tudo isso impactando o custo total da obra.</p><p style="text-align:justify;">Além do ambiente onde a estrutura será instalada (clima, maresia, poluição, acidez), o banho do fixador precisa resistir ao <strong>corte e atrito durante a instalação</strong>, <strong>dilatação térmica</strong>, e manter a integridade sobre <strong>vibrações e cargas cíclicas</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Por isso, o banho ideal não é apenas o que promete “anticorrosão”, é o que se mantém íntegro durante o ciclo real de uso.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><hr style="text-align:justify;"/><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">2. Os principais tipos de banho (e suas características)</h3><p style="text-align:justify;"><br/></p><p style="text-align:justify;">Segue um comparativo técnico com os tipos mais usados atualmente, seus pontos fortes e limitações.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><div><table style="text-align:center;"><thead><tr><th>Banho / tecnologia</th><th>Tipo / composição</th><th>Faixa típica de durabilidade*</th><th>Pontos fortes</th><th>Limitações / alertas</th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Zincado branco (eletrolítico)</strong></td><td>Zinco puro aplicado por eletrólise</td><td>~ 500 h em <strong>salt spray</strong> / 1 ciclo Kesternich</td><td>Custo baixo, visual cromado</td><td>Fragilidade em ambientes agressivos; camada fina sofre corrosão rápida</td></tr><tr><td><strong>Organo-metálico (banhos à base de alumínio-orgânico)</strong></td><td>Compostos com alumínio e polímeros, sem camada significativa de zinco</td><td>500 a 1000 h salt spray / 10-15 ciclos Kesternich</td><td>Melhor que o zincado, solução intermediária</td><td>Depende muito da qualidade do fabricante e controle de processo</td></tr><tr><td><strong>Ruspert (Geomet, Ecoseal, Dacromet, Aluseal)</strong></td><td>Banho com base de zinco + camadas com alumínio/polímeros</td><td>1000 a 1500 h salt spray / 20-30 ciclos Kesternich</td><td>Boa barra entre custo e durabilidade; compatível com chapas galvanizadas</td><td>Varia muito entre marcas; qualidade de aplicação faz diferença enorme</td></tr><tr><td><strong>Nanotech K (nanoparticulas)</strong></td><td>Banho composto + nano revestimento adicional</td><td>~ 3000 h salt spray / ~ 45 ciclos Kesternich</td><td>Desempenho elevado, supera grande parte das chapas pré-pintadas, unico que acompanha chapas Al Zn Mg / Magnelis</td><td>Tecnologia recente, adoção em crescimento;&nbsp;</td></tr><tr><td><br/></td><td></td><td></td><td></td><td><br/></td></tr></tbody></table></div>
<blockquote><p style="text-align:center;"><span style="font-size:14px;">*Valores aproximados com base nos fabricantes e testes padronizados. Devem ser verificados especificações do fornecedor para cada lote.</span></p><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14px;"><br/></span></p></blockquote><hr style="text-align:justify;"/><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">3. Ensaios de corrosão: como se mede durabilidade?</h3><p style="text-align:justify;">Para comparar banhos de proteção, há dois ensaios bastante usados:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray (névoa salina neutra, ASTM B117)</strong>: simula ambiente agressivo salino; mede o tempo que demora para surgimento de corrosão visível.</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Kesternich (DIN 50018 / método de dióxido de enxofre + umidade / câmara de efeito atmosférico)</strong>: simula poluição ácida (indústria, chuva ácida); mede número de ciclos até degradação.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Esses ensaios não garantem performance no mundo real 1:1, mas são excelentes para <strong>comparar</strong> diferentes banhos e validar se o fornecedor comprova aquilo que vende.</p><p style="text-align:justify;">Quando você avalia um parafuso, peça o relatório de <strong>salt spray + kesternich</strong>, às vezes o fornecedor só divulga salt spray porque é mais fácil “vender número alto”, mas a resistência ao poluentes/asfaltos/chuvas ácidas pode ser fraca.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><hr style="text-align:justify;"/><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">4. Casos de uso e critérios de escolha</h3><p style="text-align:justify;">Para escolher bem o banho:</p><ol><li><p style="text-align:justify;"><strong>Clima e ambiente</strong>:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Litoral / maresia → exige desempenho ≥ 2000 h</p></li><li><p style="text-align:justify;">Zonas industriais / agrícolas → exige resistência a corrosão química e salina</p></li><li><p style="text-align:justify;">Interior tranquilo → Organometálico ou similar pode ser suficiente</p></li></ul></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Compatibilidade com a chapa</strong>:</div><div style="text-align:justify;">Verifique se o banho do fixador é “amigável à chapa” (evitar reações galvânicas). Ex: chapas Al-Zn-Mg precisam de tratamento que não provoque corrosão entre metais diferentes.</div><p></p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Vida esperada da cobertura</strong>:</div><div style="text-align:justify;">Coberturas projetadas para 20, 40 anos precisam que os fixadores acompanhem essa vida.</div><p></p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Custo de manutenção</strong>:</div><div style="text-align:justify;">Fixador que falha gera visita técnica, mão de obra, retrabalho, risco de infiltração e dano à estrutura e materiais adjacentes.</div><p></p></li><li><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>Confiança no fornecedor / certificações</strong>:</div><div style="text-align:justify;">Histórico, laudos, rastreabilidade de lote e consistência de produção fazem diferença.</div><p></p></li></ol><div style="text-align:justify;"><br/></div><hr style="text-align:justify;"/><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">5. Inovação, riscos e oportunidades</h3><div><br/></div><p></p><div><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>A tecnologia Nanotech K</strong> representa uma virada de chave no segmento de fixadores.</div><div style="text-align:justify;">Entrega <strong>durabilidade superior a muitos revestimentos premium tradicionais</strong>, e o faz com <strong>custo competitivo e controle técnico avançado</strong>, algo que muda completamente a equação de escolha no canteiro de obras.</div><p></p><p></p><div style="text-align:justify;">É natural que novas tecnologias enfrentem <strong>barreiras de aceitação</strong>, afinal o mercado tende a se apegar ao que “sempre funcionou”.</div><div style="text-align:justify;">Porém, a <strong>real prova de um revestimento não está no tempo de mercado, mas no desempenho entregue</strong>.</div><div style="text-align:justify;">Salt spray, Kesternich, exposição real, <strong>resultado é a métrica que valida a inovação.</strong></div><p></p><p style="text-align:justify;">Enquanto muitos competem em discurso e tradição, <strong>a Ciser colocou em campo uma solução que desafia o tempo e o ambiente</strong>, transformando o que era o ponto fraco das coberturas metálicas, a fixação, em um <strong>ponto de resistência e confiabilidade.</strong></p></div><p></p><p style="text-align:justify;"><br/></p><hr style="text-align:justify;"/><h3 style="text-align:justify;"><br/></h3><h3 style="text-align:justify;">6. Conclusão</h3><h3 style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(77, 88, 85);font-family:&quot;Source Sans Pro&quot;, sans-serif;font-size:16px;"></span></h3><div><p style="text-align:justify;">O menor preço nem sempre representa economia, especialmente quando falamos de <strong>elementos críticos como os fixadores de cobertura</strong>, responsáveis pela integridade estrutural e pela longevidade do sistema.</p><p style="text-align:justify;">Avaliar apenas o custo inicial é negligenciar variáveis fundamentais como <strong>resistência à corrosão, compatibilidade galvânica, agressividade do ambiente e rastreabilidade do processo de fabricação</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Tecnologias de revestimento mais avançadas, como o <strong>Nanotech K</strong>, inauguram uma nova fronteira no equilíbrio entre <strong>custo, desempenho e vida útil real</strong>, entregando confiabilidade de longo prazo com excelente relação técnica e econômica.</p><p></p><div style="text-align:justify;">Em um mercado cada vez mais competitivo e técnico, <strong>conhecimento de materiais e argumentação baseada em desempenho</strong> tornam-se diferenciais estratégicos.</div><div style="text-align:justify;">Quem domina o assunto não apenas vende, <strong>orienta, previne patologias e constrói credibilidade duradoura.</strong></div><p></p></div><div><br/></div></div></div>
</div><div data-element-id="elm_ilhNNlbHTHCWFrATN9tWbg" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style></style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center zpbutton-align-mobile-center zpbutton-align-tablet-center"><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md zpbutton-style-none " href="/contact" target="_blank"><span class="zpbutton-content">Converse com quem constrói soluções</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Thu, 09 Oct 2025 09:34:27 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[A Evolução das Telhas para Galpões Industriais]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/a-evolução-das-telhas-para-galpões-industriais</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.nomos.eng.br/Inserir um título.png"/>A cobertura de um galpão industrial é mais do que apenas uma proteção contra o tempo: ela precisa resistir ao tempo, à química do ambiente, à umidade, ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_QfBmlQnnS5O0awqZNkKl5A" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_k7cDZbYGS5yAmwqTZtBnzA" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_FZA0aydBS56MixpKZmevtw" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_bAOHmxB7GzhDZg9NCl80Yg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_bAOHmxB7GzhDZg9NCl80Yg"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Inserir%20um%20t%C3%ADtulo.png" size="fit" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_khi7lUxNR--j7VhUuBC16Q" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Durabilidade, Tecnologia e Desempenho Real</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_ogsN2WeuR_CkHXXLoyYy_g" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><p style="text-align:justify;">A cobertura de um galpão industrial é mais do que apenas uma proteção contra o tempo: ela precisa resistir ao tempo, à química do ambiente, à umidade, ao calor e às exigências estruturais de cada projeto. Por isso, entender a <strong>evolução das telhas metálicas</strong> e seus <strong>revestimentos</strong> é essencial para quem trabalha com estruturas industriais, logísticas ou agroindustriais.</p><p style="text-align:justify;">Neste artigo, vamos abordar como as telhas evoluíram tecnicamente ao longo dos anos, quais são os limites reais de durabilidade de cada tipo de material, e como escolher o sistema mais adequado ao seu cenário de obra ou retrofit.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;">📌 1. Telha de Fibrocimento – A pioneira resistente à corrosão</h3><p style="text-align:justify;">Ainda amplamente usada em ambientes <strong>quimicamente agressivos</strong>, como <strong>zonas litorâneas</strong> e <strong>indústrias de fertilizantes</strong>, a telha de <strong>fibrocimento</strong> possui <strong>elevada resistência à corrosão</strong>, mesmo sem tratamento metálico.</p><p style="text-align:justify;">Entretanto, seu uso é limitado por duas características:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Baixa resistência mecânica</strong>, exigindo apoios frequentes;</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Elevado peso por metro quadrado</strong>, que impacta diretamente no cálculo estrutural da cobertura.</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Apesar disso, seu custo competitivo e resistência química fazem dela uma solução funcional para ambientes muito específicos.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;">🔩 2. Telha Galvanizada – O avanço com zinco puro</h3><p style="text-align:justify;">Com a chegada do aço galvanizado, surgiu um novo padrão para coberturas industriais: o banho de <strong>zinco puro</strong> sobre a chapa de aço proporciona proteção por <strong>ação sacrificial</strong>, o que protege temporariamente o aço base contra oxidação.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Desempenho típico:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray (ASTM B117):</strong> ~200 horas até 5% de ferrugem</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade média:</strong> 15 a 25 anos em ambientes moderados</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Limitação:</strong> Em zonas agressivas (indústria pesada ou litoral), pode sofrer corrosão visível em menos de 10 anos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br/></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">⚙️ 3. Telha Galvalume – Eficiência e equilíbrio técnico</h3><p style="text-align:justify;">A telha <strong>galvalume</strong> representa um grande avanço na durabilidade. Composta por aproximadamente <strong>55% alumínio + 43,5% zinco + 1,5% silício</strong>, essa liga oferece <strong>resistência térmica</strong> e <strong>melhor comportamento contra corrosão atmosférica</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Desempenho técnico:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray:</strong> ~1.075 horas</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Teste de Kesternich (chuva ácida):</strong> ~27 ciclos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade em campo:</strong> Até 30 anos em ambientes moderados</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Ponto fraco:</strong> Em zonas de poluição industrial ou litorânea severa, essa vida útil pode cair drasticamente para 10–15 anos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br/></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">🎨 4. Galvalume Pré-Pintada – Estética e resistência em uma só solução</h3><p style="text-align:justify;">O revestimento pré-pintado une os benefícios do galvalume à <strong>proteção adicional de um topcoat aplicado em linha contínua</strong>. Isso forma uma barreira física e química contra agentes agressivos, além de melhorar a estética e reduzir a manutenção.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Dados técnicos:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Teste de Kesternich:</strong> ~42 ciclos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray (média de fabricantes):</strong> ~1.000 horas</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade estimada:</strong> 40 a 50 anos com manutenção preventiva</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Ideal para:</strong> estruturas industriais com exposição parcial a ambientes agressivos, onde também se exige acabamento visual</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br/></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">🧪 5. Magnelis® – A nova geração com magnésio</h3><p style="text-align:justify;">As telhas com revestimento <strong>zinco + alumínio + magnésio</strong> representam o que há de mais moderno em resistência à corrosão. O <strong>magnésio</strong> garante um efeito de <strong>autocicatrização</strong>, protegendo bordas cortadas, furos e áreas com microdanos – pontos onde os outros materiais costumam falhar primeiro.</p><p style="text-align:justify;"><strong>Desempenho comprovado:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Salt Spray:</strong> até 3.000 horas</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Durabilidade real em campo:</strong></p><ul><li><p style="text-align:justify;">Em ambientes C3 (moderadamente agressivos): 20 a 30 anos</p></li><li><p style="text-align:justify;">Em ambientes C5 (extremamente agressivos): até 43 anos</p></li></ul></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Custo produtivo:</strong> semelhante ao galvalume tradicional</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Aplicações ideais:</strong> indústrias químicas, galpões litorâneos, silos de fertilizantes, lavouras com amônia ou resíduos agressivos</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br/></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">⚠️ Ambientes agressivos exigem mais do que a média</h3><p style="text-align:justify;">É comum ver especificações genéricas como “galvalume com 30 anos de durabilidade”. No papel, isso pode funcionar. Mas na prática, sabemos que centros urbanos industriais, regiões de alta umidade, maresia e poluição aceleram a degradação dos materiais.</p><p style="text-align:justify;">Por isso, não basta seguir uma ficha técnica – é preciso interpretar o <strong>comportamento do material no ambiente real</strong>. Em muitos casos, o barato sai caro.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;">✅ Conclusão: Evoluir é uma exigência do mercado, não uma escolha</h3><p style="text-align:justify;">Assim como as intempéries evoluem, a tecnologia precisa acompanhar. Parar no tempo significa aumentar o custo com manutenção, gerar falhas estruturais e comprometer a operação dos galpões.</p><p style="text-align:justify;">Na <strong>Nomos</strong>, atuamos com base em <strong>escuta técnica, experiência de campo e orientação justa</strong>. Nosso objetivo é garantir que cada solução de cobertura seja pensada para a realidade do cliente – sem exageros, mas também sem subestimar o ambiente.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><p></p><div style="text-align:justify;">📞 <strong>Fale com a Nomos</strong></div><div style="text-align:justify;">Está projetando um galpão ou avaliando o retrofit da cobertura? Entre em contato e descubra qual solução realmente se encaixa no seu cenário.</div><strong><div style="text-align:justify;"><strong>Engenharia aplicada com consciência.</strong></div></strong><p></p></div><p></p></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:21:59 -0300</pubDate></item><item><title><![CDATA[EPDM na Construção Civil ]]></title><link>https://www.nomos.eng.br/blogs/post/epdm-na-construção-civil</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.nomos.eng.br/arruela epdm 2.jpg"/>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Introdução Na construção civil, especialmente nas estruturas metálicas e pré-moldadas, a durabilidade de uma cobertura começa n ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_e_r8hSx5S-moLN48xEzBcg" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_fdVZs3P0SEy1RqW5gAQA6g" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_DLb1LQLeRauyIt5w77ll1w" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_a_dtIJNAQyy0hjZZPZQU6w" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style></style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center zpheading-align-mobile-center zpheading-align-tablet-center " data-editor="true"><span>Entenda a diferença entre os tipos de borracha usados na vedação de parafusos</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_nEEgJARFcyywY3iw4F-4AQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_nEEgJARFcyywY3iw4F-4AQ"] .zpimage-container figure img { width: 500px ; height: 500.00px ; } } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="false" data-mobile-image-separate="false" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-tablet-align-center zpimage-mobile-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/arruela%20epdm%202.jpg" size="medium" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_MyK_iOgLRtS7lc1BA5G5KA" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style></style><div class="zptext zptext-align-center zptext-align-mobile-center zptext-align-tablet-center " data-editor="true"><p></p><div><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Introdução</h3><p style="text-align:justify;">Na construção civil, especialmente nas estruturas metálicas e pré-moldadas, a durabilidade de uma cobertura começa nos detalhes. Um deles — muitas vezes negligenciado — é a <strong>borracha que compõe a arruela de vedação dos parafusos de fixação</strong>.</p><p style="text-align:justify;">Esse elemento discreto, mas essencial, geralmente é produzido com <strong>borracha EPDM</strong>, um elastômero reconhecido pela sua excelente resistência ao tempo, ozônio, variações térmicas e agentes químicos.</p><p></p><div style="text-align:justify;">Mas entre tantas opções no mercado — “EPDM”, “100% EPDM”, “98% de pureza EPDM” — surge a dúvida: <strong>qual a diferença entre elas e o que realmente importa na escolha desse componente?</strong></div><div style="text-align:justify;">Neste artigo, a Nomos te explica tudo.</div><div style="text-align:justify;"><br/></div><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O que é EPDM?</h3><p style="text-align:justify;"><strong>EPDM</strong> é a sigla para <strong>Etileno-Propileno-Dieno-Monômero</strong>, um tipo de borracha sintética amplamente utilizada em aplicações industriais por sua:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">Alta <strong>resistência a intempéries</strong> (sol, chuva, ozônio)</p></li><li><p style="text-align:justify;">Boa <strong>estabilidade térmica</strong> (de -40°C a até 120°C)</p></li><li><p style="text-align:justify;">Excelente <strong>resiliência elástica</strong></p></li><li><p style="text-align:justify;">Capacidade de vedação mesmo sob pressão e deformação constante</p></li></ul><p style="text-align:justify;">Essa tecnologia surgiu entre os anos 60 e 70, como resposta à necessidade de materiais mais duráveis e resistentes para uso externo — principalmente na indústria automotiva e construção.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Aplicações do EPDM na construção civil</h3><p style="text-align:justify;">O EPDM é um material extremamente versátil. Na construção civil, encontramos aplicações como:</p><ol><li><p style="text-align:justify;">Vedações em esquadrias de alumínio e PVC</p></li><li><p style="text-align:justify;">Amortecedores entre elementos estruturais</p></li><li><p style="text-align:justify;">Isolamento térmico e acústico em juntas</p></li><li><p style="text-align:justify;">Separadores entre suportes e vigas em pré-moldados</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Arruelas de vedação em parafusos para telhados</strong></p></li></ol><p style="text-align:justify;">É sobre essa última aplicação que vamos nos aprofundar.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Vedação com EPDM: mais que uma borracha, uma garantia de durabilidade</h3><p style="text-align:justify;">Ao fixar telhas metálicas ou de fibrocimento com parafusos autoatarraxantes, é comum utilizar <strong>arruelas com base metálica e uma camada de borracha</strong> na face inferior, responsável pela vedação do ponto de fixação.</p><p style="text-align:justify;">Essa borracha, ao ser comprimida, impede a entrada de água, umidade, poeira e agentes corrosivos. O material ideal para essa vedação é justamente o EPDM — mas <strong>nem todo EPDM é igual</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Borracha EPDM, 100% EPDM, 98% de pureza: o que muda?</h3><p style="text-align:justify;">No mercado, encontramos as seguintes nomenclaturas:</p><ul><li><p style="text-align:justify;">“<strong>Borracha EPDM</strong>”</p></li><li><p style="text-align:justify;">“<strong>100% EPDM</strong>”</p></li><li><p style="text-align:justify;">“<strong>98% de pureza EPDM</strong>”</p></li></ul><p style="text-align:justify;">🔍 A confusão começa aqui: essas expressões não significam a mesma coisa.</p><p></p><div style="text-align:justify;"><strong>A diferença está na concentração real de EPDM no composto.</strong></div><div style="text-align:justify;">Um produto pode ser rotulado como “borracha EPDM” e conter apenas 60% a 70% de EPDM na fórmula, sendo o restante constituído de cargas minerais, plastificantes, negro de fumo e outros aditivos.</div><p></p><h4 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E como saber a pureza real?</h4><p style="text-align:justify;">O grau de pureza é determinado por <strong>ensaios laboratoriais de teor de cinzas</strong>, onde a borracha é queimada e o que sobra (cinzas) indica a quantidade de carga não polimérica no material.</p><blockquote><p style="text-align:justify;">Quanto <strong>menor o resíduo de cinzas</strong>, <strong>maior o teor real de EPDM</strong> e, portanto, <strong>melhor a qualidade da borracha</strong>.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p></blockquote><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E hoje, o que o mercado oferece?</h3><p style="text-align:justify;">Atualmente, os principais fabricantes de parafusos para construção já trabalham com <strong>borrachas EPDM com pureza entre 97% e 98%</strong>, tornando esse aspecto menos diferencial competitivo.</p><p style="text-align:justify;">Antigamente, apenas algumas marcas ofereciam esse nível de qualidade. Hoje, com a tecnologia difundida, a atenção deve se voltar a <strong>outros aspectos técnicos</strong> da vedação.</p><p style="text-align:justify;"><br/></p><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O que realmente importa na performance da vedação?</h3><p style="text-align:justify;">Se a pureza deixou de ser um diferencial, o que realmente determina uma boa vedação?</p><p style="text-align:justify;">⚙️ <strong>Conjunto técnico do sistema</strong>:</p><ul><li><p style="text-align:justify;"><strong>Geometria e espessura da borracha</strong>: deve permitir compressão controlada e vedação eficiente</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Elasticidade e memória elástica</strong>: garante que a borracha retorne à forma e continue vedando após dilatação térmica</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Tratamento superficial do parafuso</strong>: influencia na corrosão e na aderência da borracha</p></li><li><p style="text-align:justify;"><strong>Estabilidade térmica do conjunto</strong>: resistência a ciclos de calor e frio sem deformação permanente</p></li><li><p style="text-align:justify;"><br/></p></li></ul><h3 style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Como a Nomos pode ajudar?</h3><p style="text-align:justify;">Na <strong>Nomos</strong>, atuamos como <strong>consultores técnicos e representantes</strong>, orientando engenheiros, compradores e projetistas na escolha de <strong>soluções de fixação e vedação confiáveis</strong>, seguras e com alto desempenho no canteiro.</p><p></p><div style="text-align:justify;">💬 Nosso papel vai além da venda.</div>
<strong><div style="text-align:justify;"><strong>Compreendemos o produto, o processo construtivo e o ambiente de aplicação.</strong></div></strong><p></p><p></p><div style="text-align:justify;">Se você tem dúvidas sobre qual produto atende melhor sua obra, ou precisa de apoio técnico para especificação, <strong>fale com a gente.</strong></div><div style="text-align:justify;">⠀</div><div style="text-align:justify;">📞 Estamos aqui para <strong>difundir conhecimento técnico, conectar soluções e fortalecer estruturas.</strong></div><div style="text-align:justify;"><strong><br/></strong></div><p></p></div><p></p></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:21:33 -0300</pubDate></item></channel></rss>